03 de junho de 2026

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Próximo feriado será ‘prova de fogo’ para concessionárias, diz DER-PR


Por Agência Estadual de Notícias Publicado 07/11/2024 às 22h05 Atualizado 25/02/2026 às 22h57
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Fila no pedágio no início do ano. Foto: reprodução/Grupo BR-277.

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), se reuniu em Brasília nesta quinta-feira (7) com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) do governo federal para tratar das concessões rodoviárias do Lote 01 e Lote 02.

Além de avaliarem o andamento das duas concessões, iniciadas em fevereiro, os dirigentes dos órgãos abordaram a questão da formação de filas nas rodovias concedidas.

O tema é relevante com o final de ano se aproximando. “Na semana que vem teremos o primeiro grande feriado deste final de ano, relativo à Proclamação da República, e precisamos garantir que o setor de turismo, condutores e habitantes não sejam prejudicados por filas injustificáveis nas praças de pedágio”, afirma o diretor-presidente do DER/PR, Fernando Furiatti. “A ocasião vai servir como uma prévia do que esperar na alta temporada, e esperamos celeridade e qualidade no atendimento ao usuário”.

Gargalos rodoviários

A maior parte do tráfego de veículos que se dirige ao Litoral do Paraná passa pela BR-277, onde está instalada uma praça de pedágio do Lote 02 em São José dos Pinhais, com outras praças nos principais corredores logísticos do Estado, como a praça de pedágio do Lote 01 em Balsa Nova, também na BR-277, que recebe veículos da região Oeste, Norte e Noroeste.

“No início da operação das praças de pedágio tivemos grandes gargalos de tráfego, principalmente na praça de Balsa Nova, em São Luiz do Purunã, mas essas são situações que podiam ser explicadas pelo ineditismo da situação. Agora, oito meses depois, não há motivo para que o mesmo se repita”, diz o diretor de Operações do DER/PR, Alexandre Castro Fernandes.

Filas frequentes

O DER/PR também solicitou à ANTT providências quanto às filas que têm se formado nos trechos que passam por serviços de conservação realizados pelas concessionárias. Nestas ocasiões o tráfego segue pela rodovia em operação pare-e-siga, mas ocasionando longos períodos de espera e reclamações por parte dos usuários.

Por se tratarem de concessões rodoviárias do governo federal, cabe à ANTT fiscalizar o andamento dos contratos, a qualidade dos serviços realizados, atendimentos prestados, e o cronograma de obras.

“Buscamos sempre aprimorar nossa atuação para garantir que as obras sejam entregues com eficiência máxima, minimizando os impactos na fluidez do tráfego”, afirma o superintendente de Infraestrutura Rodoviária da ANTT, Roger Pêgas. Segundo ele, as concessionárias serão orientadas a implementar estratégias específicas, como otimização dos horários de trabalho, planejamento de rotas, reforço na sinalização e melhor comunicação com os usuários.

Um acordo de cooperação técnica foi formalizado entre ANTT, SEIL e o DER/PR no início do ano, possibilitando a participação dos órgãos estaduais na fiscalização, caso solicitado pela ANTT, com expectativa que isso ocorra para acompanhar o andamento das novas obras.

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