22 de junho de 2026

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência no portal e personalizar a publicidade exibida. Ao continuar navegando, você concorda com este monitoramento. Leia mais na nossa Política de privacidade.

IAT confirma morte de peixes em rio de Castro


Por Danilo Kossoski Publicado 08/09/2021 às 21h25 Atualizado 21/02/2026 às 08h24
Ouvir: 00:00
Foto: Divulgação

Técnicos do Instituto Água e Terra (IAT) voltaram a inspecionar o Rio Iapó, que corta o município de Castro, nesta quarta-feira (8). Dessa vez, eles constataram a morte de peixes. Na segunda-feira (6), equipes já estiveram no local para identificar o que estaria levando peixes de grande porte a subirem à superfície.

Vídeos compartilhados na internet mostraram populares capturando espécimes com as próprias mãos, em meio às pedras no leito do rio.

No início da semana, a principal suspeita era de que os peixes estavam com dificuldades para atravessar o trecho de pedras, devido à baixa vazão de água. No entanto, dois dias depois, os técnicos confirmaram a mortandade de peixes.

A situação foi verificada no mesmo local onde, nessa segunda-feira, a prefeitura instalou fitas zebradas interditando o rio, conforme orientação do IAT.

Morte de peixes

Embora tenha confirmado a morte dos peixes, não foi possível precisar a causa. O IAT informou que está em processo de investigação para identificar o que está causando o fenômeno.

Na segunda-feira já havia relatos de mortandade de peixes no Rio Iapó e na localidade da Barra do Pitangui, nas imediações de Carambeí. No entanto, os técnico não localizaram peixes mortos na primeira avaliação. Amostras de água devem ser coletadas para análise físico-química.

Há um ano

Há cerca de um ano, o DC também noticiava mortandade de peixes na região. Em 11 de setembro de 2020, a situação ocorria na represa do Alagados, formado pelas águas do Rio Pitangui. Lambaris haviam morrido em grande quantidade, na represa que é responsável por 30% da captação da água consumida em Ponta Grossa. 

Isso levou o IAT a inspecionar o local. A possibilidade de intoxicação foi descartada. O instituto informou, na ocasião, que o fenômeno estava relacionado com a estiagem e o baixo nível de oxigênio na represa. Situação parecida também foi noticiada em julho daquele ano, no mesmo local.

Participe do grupo e receba as principais notícias da sua região na palma da sua mão.

Entre no grupo Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.