08 de junho de 2026

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Traiano compara semana na Assembleia ao ‘8 de Janeiro’


Por Da Redação Publicado 05/06/2024 às 19h29 Atualizado 26/02/2026 às 02h05
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Foto: Divulgação/Alep

Nesta quarta-feira (5) o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Ademar Traiano (PSD), fez duras críticas à APP-Sindicato e comparou a invasão da Casa, na tarde de segunda-feira (3) ao ato de 8 de janeiro de 2021, em Brasília (DF). Naquela ocasião, manifestantes depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF).

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Ele relatou que a galeria da Alep já estava ocupada por 300 manifestantes no início da sessão que discutiria o Projeto de Lei que cria o Programa Parceiro da Escola e que, por cautela, segundo ele, não haveria possibilidade de mais pessoas adentrarem. Porém, mesmo assim, manifestantes teriam arrancado um portão e quebrado uma porta de vidro e, em seguida, invadiram o espaço, que já contava com a tropa de Choque da Polícia Militar. Houve muita confusão e ao menos três pessoas ficaram feridas e duas foram detidas. Traiano, então, decidiu suspender a sessão que foi retomada, no mesmo dia, de forma híbrida (online e presencial)

Em entrevista à Banda B, Traiano foi questionado sobre o pedido de prisão imediata da presidente da APP-Sindicato, Walkiria Olegario Mazeto, feito pela Procuradoria Geral do Estado (PGE), após a decisão de manter a greve de professores no Paraná. Segundo ele, ainda há “condicionantes” a serem analisadas antes que isso se torne concreto.

Sobre os protestos, motivados pela tramitação e aprovação do projeto Parceiro da Escola – que terceiriza a gestão das escolas públicas -, o presidente disse: “a APP não quer evoluir. Ela se contrapõe a tudo em termo de inovação no campo da educação e outras áreas. Infelizmente, eles seguem uma linha ideológica. Essa história de não debater o projeto não procede, porque o debate e quem vai aprovar a implantação não é a APP, mas pais, alunos e professores da escola. São eles que vão referendar a possibilidade de implementar o programa, não o sindicato, ideologicamente. Essa gente está chegando a hora de começar a trabalhar, não ficar fazendo greve, invadindo prédios públicos e levar alunos para prédios públicos”.

Com informações do portal Banda B, parceiro do portal DCmais

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