26 de julho de 2026

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência no portal e personalizar a publicidade exibida. Ao continuar navegando, você concorda com este monitoramento. Leia mais na nossa Política de privacidade.

Cheguei ao Equador: emoções durante o dia e toque de recolher à noite


Por Luiz Frederico Petla Publicado 18/03/2026 às 10h47
Ouvir: 00:00
Luiz Petal posa ao lado de sua moto, diante da placa de chegada ao Equador
Foto: Luiz Petla

Fala aí, meus amigos do Diário dos Campos! Como é que vocês estão? Tudo bem por aí?

Para quem está chegando agora e acompanhando minha jornada rumo ao Alasca, estou escrevendo este post direto de Quito, a capital do Equador. Que lugar lindo, maravilhoso… ou como dizem por aqui, hermosa!

Vou fazer um panorama geral de como cheguei até aqui, porque a estrada tem sido intensa…

Da cordialidade argentina à imensidão dos Andes

A minha saída de Ponta Grossa foi o início de um sonho, e as primeiras paradas já deixaram saudades. Cruzei a Argentina e, olha, que recepção! A cordialidade dos argentinos conosco é algo muito legal, galera. Além disso, encontrei comida boa e ótimos lugares para descansar antes de encarar o desafio seguinte.

Entrei no Chile pelo Passo de Jama e passei por San Pedro de Atacama. É um lugar perfeito, com muita coisa para ver e fazer. Mas o que mexe com a gente mesmo é a Cordilheira dos Andes. Ela te dá uma noção real do tamanho do ser humano perto desse planeta maravilhoso. A gente percebe que somos apenas uma parte pequena de algo gigante e perfeito.

Perrengues no Peru: areia e gasolina a preço de ouro

Nem tudo são flores (ou asfalto liso). Quando cheguei ao Peru, aproveitei a ótima gastronomia da região, mas eu e minha moto tivemos alguns problemas. O desgaste das peças foi prematuro por causa da quantidade excessiva de areia no trajeto.

Mas o verdadeiro desafio foi a crise do combustível (relembre). Tive muita dificuldade para comprar gasolina por lá. O preço do litro estava girando entre R$ 10 e R$ 13, mas se você precisasse recorrer ao “paralelo” — aquelas pessoas que compram para revender depois — o valor chegava a absurdos R$ 32 por litro. A previsão é que a situação se normalize em breve, mas para o viajante, é um susto e tanto no orçamento!

Equador: dólares e o toque de recolher às 23h

Agora cheguei ao Equador e, cara, que país maravilhoso! É um lugar lindo e que funciona muito bem. Mas, como nem tudo é sossego, encontrei um “probleminha” novo por aqui: o toque de recolher.

Em toda a costa litorânea, ninguém pode estar na rua após as 11 horas da noite. O país está em um processo pesado de combate ao narcotráfico, com tolerância zero. Para vocês terem uma ideia, só no primeiro dia de operações foram mais de 250 pessoas presas. Então, deu 23h, todo mundo tem que correr para o hotel ou para casa enquanto as operações policiais acontecem. No fim das contas, é o que precisa ser feito para limpar o país, né?

Acompanhem minha jornada!

Esse é o resumão da minha viagem até agora. Sigo firme rumo ao norte, levando um pouco de Ponta Grossa na garupa e trazendo muitas histórias na bagagem.

Vou mantendo vocês informados por aqui no blog “De PG ao Alasca”, pelo Diário dos Campos. E quem quiser ver o meu dia a dia em tempo real, com mais fotos e vídeos, corre lá no meu Instagram: @fredpetla.

Um abraço e até a próxima! Tudo de bom para todos nós!

leia também:

Participe do grupo e receba as principais notícias da sua região na palma da sua mão.

Entre no grupo Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.