07 de junho de 2026

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência no portal e personalizar a publicidade exibida. Ao continuar navegando, você concorda com este monitoramento. Leia mais na nossa Política de privacidade.

Grupo realiza protesto diante da sede da Prolar em Ponta Grossa


Por Da Redação Publicado 14/12/2021 às 20h33 Atualizado 21/02/2026 às 05h16
Ouvir: 00:00
Manifestantes se reuniram na tarde desta terça-feira / FOTO: José Aldinan

Um grupo de aproximadamente 30 pessoas realizou manifesto, na tarde desta terça-feira (14), diante do Edifício Guaíra, onde fica instalada a sede da Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar).

Prolar de Ponta Grossa

Os manifestantes estendiam cartazes reivindicando o direito a terra e moradia, dando continuidade a ações iniciadas no último dia 4, quando ocorreu a ocupação de área da Prolar, na região do Parque das Andorinhas.

Intimação

“O povo unido jamais será vencido”, bradava o grupo no momento de chegada da imprensa. O advogado e coordenador da ocupação, Leandro Dias (PSOL), participava do protesto, quando foi abordado por oficial de Justiça que entregou notificação referente a decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).

Leandro Dias foi intimado em meio ao manifesto realizado na Prolar / Foto: José Aldinan

O documento determinou que a Prefeitura de Ponta Grossa realize, em 30 dias, o cadastro das famílias alojadas na área ocupada, para inclusão em programas sociais. Também determinou que a área não receba novas família. No entanto, a decisão é do dia 6 e, até que houvesse a entrega de notificação ao grupo, o número de família aumentou bastante. No início eram apenas 60. Agora se estima que haja mais de 500 famílias.

Outro foco dos protestos é em relação à extinção da Prolar, que foi cogitada na Câmara de Vereadores, e cuja votação deve ocorrer em 2022, conforme estimativa do presidente da Câmara Daniel Milla (PSD).

Famílias, Câmara e Prefeitura

A discussão ocorreu quase simultaneamente à ocupação na área do Parque das Andorinhas. Segundo os coordenadores da ocupação, a presença das famílias no local vinha sendo planejada há cerca de seis meses. Mas ocorreu ocorreu quase simultaneamente à discussão na Câmara, e no mês em que empresa contrata pela Prolar deveria fazer levantamento topográfico para a instalação de novas moradias na região. A prefeitura cancelou os contratos prevendo topografia e suspendeu licitação para construção de casas, logo após a ocupação dos lotes.

Participe do grupo e receba as principais notícias da sua região na palma da sua mão.

Entre no grupo Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.