25 de junho de 2026

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Ex-vereador de PG reage a assalto e quase leva tiros


Por dmais Publicado 07/02/2017 às 02h00 Atualizado 24/02/2026 às 02h06
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Fábio Matavelli
Taíco chegou a lutar com o assaltante que estava armado

 

A Polícia Militar de Ponta Grossa segue procurando os criminosos que assaltaram o ex-vereador e empresário Taíco Nunes, na tarde dessa segunda-feira (06). Segundo Taíco, ele chegava à agência bancária localizada no Bairro Uvaranas, e havia acabado de estacionar o carro em terreno ao lado da agência, quando um elemento armado apontou uma pistola e deu voz de assalto, exigindo que ele entregasse o malote com R$ 40 mil que iria depositar.

Nunes se recusou a entregar o dinheiro. Foi quando o assaltante deu três tiros para o alto, em forma de ameaça. Taíco reagiu, entrando em luta corporal contra o assaltante. Os dois chegaram a cair no solo, e o bandido continuou a efetuar disparos que, segundo a vítima, totalizaram seis tiros.

Ao final, o criminoso conseguiu se soltar, e fugiu correndo com o malote, no momento em que um segundo elemento, pilotando uma motocicleta na cor preta, auxiliou na fuga. Taíco Nunes ainda pegou seu automóvel e tentou perseguir os assaltantes, até o momento em que entraram na contramão, na altura do Chafariz, no sentido centro-bairro. Foi quando o ex-vereador abandonou a perseguição, com receio de se envolver em um acidente de trânsito.

“Sei que não é pra reagir. Sei que é errado. Mas você nunca imagina uma coisa dessas”, disse Taíco, ao registrar boletim de ocorrência no 1º Batalhão da Polícia Militar. A PM encontrou a moto usada no assalto, minutos depois, em uma rua a poucas quadras do local do crime. De acordo com a PM, ações já estão sendo realizadas em conjunto com a P2 (Serviço de Inteligência) e a Polícia Civil. O primeiro passo é verificar se há câmeras de vigilância no entorno que registraram o assalto ou a ação de suspeitos.

 

Suspeita

A Polícia Militar orienta a população a nunca reagir em casos de assalto, já que os criminosos estão sempre dispostos a tudo. No caso do assalto ao vereador, tudo indica que ele não era um alvo de homicídio. A suspeita é que o crime tenha sido planejado, e que os criminosos sabiam exatamente quanto Taíco carregava, e a que horas chegaria à agência bancária. Taíco sofreu ferimentos leves, e tem uma marca no cotovelo que parece ser resultado de um tiro que pegou de raspão em seu braço.

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