19 de junho de 2026

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Comissão ouve novos depoimentos


Por dmais Publicado 24/10/2017 às 20h35 Atualizado 24/02/2026 às 07h28
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Em nova reunião da Comissão Especial de Investigação (CEI) do Lixo, realizada na tarde desta terça-feira (23), os vereadores George Luiz de Oliveira (PMN – presidente), Vinícius Camargo (PMB), João Florenal (Podemos), Mingo Menezes (DEM) e Rogério Mioduski (PPS) – que integram a Comissão Especial de Investigação (CEI) do Lixo ouviram novos depoimentos sobre o assunto.

Os convocados desta vez foram o chefe regional do IAP em Ponta Grossa, Edemilson Luiz Quadros; presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema), Caroline Schoemberger; e o diretor presidente da Ponta Grossa Ambiental (PGA), Marcus Vinicius Borsato.

 

Fábio Matavelli
Marcus Vinicius Borsato, diretor presidente da PGA, falou sobre funcionamento do aterro

 

O primeiro a ser ouvido deveria ser o chefe regional do IAP, mas ele teria informado a Comissão não poderia participar da reunião. O presidente da CEI, vereador George, criticou a ausência de Quadros e disse que tomaria providências.

Com a ausência do representante do IAP, o diretor da PGA foi o primeiro a ser ouvido. Ele falou que, com a operação da quinta célula, o Aterro do Botuquara ainda teria capacidade para operar por mais 55 meses. “Se temos aí mais cinco anos de ‘sobrevida’ do aterro, porque esta pressa da Prefeitura e Ministério Público em fechar o aterro”, questionou o vereador George. Durante depoimento à CEI do Lixo na última quinta-feira (19), o secretário municipal de Meio Ambiente, Paulo Barros, foi categórico em afirmar que a prioridade do Executivo é encerrar as atividades do Aterro do Botuquara. “Trabalhamos com a opção de encerrar o aterro, por conta da inviabilidade dos trabalhos e também por ser determinação do Ministério Público”, apontou na ocasião o secretário. Diante do questionamento do vereador, o diretor da PGA não quis opinar. “Vou me limitar a responder tecnicamente, sem emitir juízo de valos sobre estas instituições”, frisou.

Depois do depoimento de Borsato, seria a vez dos integrantes da CEI questionarem a presidente do Comdema, Carloine Schoemberger, sobre o assunto.

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