08 de junho de 2026

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência no portal e personalizar a publicidade exibida. Ao continuar navegando, você concorda com este monitoramento. Leia mais na nossa Política de privacidade.

Vereadores de PG questionam locação de imóvel pela Prefeitura


Por Edilene Santos Publicado 12/06/2024 às 19h02 Atualizado 26/02/2026 às 01h55
Ouvir: 00:00
Foto: José Aldinan

Vereadores de Ponta Grossa questionaram, no início da sessão da Câmara desta quarta-feira (12), a locação de um imóvel sem licitação. A locação do prédio, situado no centro da cidade, foi publicada no Diário Oficial na noite de segunda-feira (11), no entanto, o Município já ocupa o prédio desde fevereiro.

Leia mais: Agora: carros batem em sequência após acidente em cruzamento

O documento explica que o imóvel será ocupado pela Fundação de Assistência Social de Ponta Grossa (FASPG) e que a Prefeitura irá pagar um aluguel mensal de R$ 63,7 mil. O contrato de locação será de cinco anos, gerando um custo total de R$ 3,8 milhões. O prédio fica na Avenida Ernesto Vilela, esquina com as Ruas Barão do Cerro Azul e Travessa Pasteur, nas proximidades do Cemitério São José.

A vereadora Joce Canto (PP) usou a tribuna para criticar a locação. “É muito dinheiro por um único prédio”. Também se somaram às críticas Leandro Bianco (REP) e Josi Kieras (PT). “Com esse dinheiro, a Prefeitura poderia construir um prédio num terreno público, inclusive no antigo Mercadão [Municipal]”, sugeriu Bianco. “A pergunta que fazemos é: quem está sendo beneficiado com os aluguéis do Município?”, questionou a petista.

Defesa da locação

Líder do governo na Câmara, Júlio Küller (MDB) saiu em defesa da locação. Ele explicou que o aluguel já estava negociado desde o ano passado, mas que o processo saiu agora e que a FASPG já está em mudança para o imóvel. “Lá já está funcionando Banco de Alimentos, Almoxarifado da FASPG, Almoxarifado do Selo Social, e essa semana o arquivo do Bolsa Família e semana que vem a Central de Veículos”, relatou.

Ele também defendeu o contrato de cinco anos e destacou a necessidade de reforma do prédio do Antigo 26 de Outubro – até então sede da FASPG. Segundo o vereador, não se trata apenas de uma reforma, pois o prédio é tombado pelo patrimônio histórico e precisa de um projeto de restauro.

Leia também: Prefeitura de PG prorroga contrato com a VCG até 2025

Participe do grupo e receba as principais notícias da sua região na palma da sua mão.

Entre no grupo Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.