27 de julho de 2026

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UPAs de PG estão com lotação máxima de leitos de emergência


Por Melissa Eichelbaun e Danilo Kossoski Publicado 06/05/2024 às 15h04 Atualizado 26/02/2026 às 02h52
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Ponta Grossa atingiu, na sexta-feira (3), condição antes só verificada no auge da pandemia de covid-19, a superlotação de leitos. A UPA Santa Paula e a UPA Santana, destinadas a pronto atendimento porta-aberta 24 horas, atingiram 100% de ocupação de leitos de emergência e observação.

A reportagem do jornal Diário dos Campos e portal DCmais entrou em contato com a assessoria de imprensa da empresa que administra as UPAs e a situação continua a mesma nesta segunda-feira, 6 de maio.

E as consultas nas UPAs?

“No caso de procura direta dos pacientes, não muda nada. Os pacientes podem continuar procurando a UPA, pois no fluxo dos consultórios o atendimento está acontecendo normalmente”, disse a assessoria.

Lotação de UPAs em Ponta Grossa

A informação foi repassada via comunicado via redes sociais pela empresa gestora das UPAs da cidade. Confira abaixo:

A direção das UPAs Santana e Santa Paula informa que ambas as unidades encontram-se com 100% de ocupação dos leitos de emergência e observação.

Devido à situação, os serviços de regulação do município e hospitais da região foram oficializados como forma de, neste momento, encaminharem preferencialmente os pacientes de urgência e emergência a outros locais de atendimento.

Os atendimentos de procura direta permanecem normais nos consultórios, contudo, devido à alta procura, a orientação é que pacientes cujos casos não sejam de emergência evitem se dirigir à unidade hoje, para que assim os casos mais graves sejam priorizados.

Tenda de triagem

No mês passado, a Prefeitura de Ponta Grossa instalou uma tenda na UPA Santa Paula como forma de dar agilidade nos atendimentos. Porém, segundo a gestão da Unidade, a tenda não altera a lotação, porque não implica em aumento de leitos. “Estamos falando de leitos de observação e emergência. Na tenda são realizadas apenas a triagem e consultas aos pacientes com casos não urgentes. A maioria nem chega a entrar na unidade para atendimento, fica ali mesmo”, informa.

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