07 de junho de 2026

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência no portal e personalizar a publicidade exibida. Ao continuar navegando, você concorda com este monitoramento. Leia mais na nossa Política de privacidade.

Prefeitura de Ponta Grossa vai usar áreas verdes para habitação


Por Melissa Eichelbaun Publicado 16/05/2024 às 13h12 Atualizado 26/02/2026 às 02h37
Ouvir: 00:00
Foto: José Aldinan

Para preencher os vazios urbanos e áreas verdes, a Prefeitura de Ponta Grossa iniciou o processo de reivindicação de áreas que serão destinadas para programas habitacionais.

De acordo com o governo municipal, a escolha das áreas são feitas por meio da Superintendência de Habitação, que identificou os vazios urbanos municipais, que tem a finalidade de áreas institucionais ou áreas verdes, mas que atualmente não cumprem com essa finalidade.

“Um exemplo disso é uma área verde localizada no loteamento na zona norte, onde foi aprovado recentemente a desafetação da área verde e disponibilizada para implantação de 27 lotes. Nesta área, o setor de engenharia da Superintendência está elaborando os projetos de parcelamento do solo para aprovação e posterior destinação a moradores que residem em áreas de risco”, afirma a prefeitura.

O Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan) tem alguns instrumentos urbanísticos que podem ser revertidos para as moradias:

– o Direito de Preempção, onde o imóvel em que a Prefeitura tem a preferência na compra de imóveis de interesse, este pode ser destinado a moradia popular;

– a utilização compulsória do município, onde a não utilização dos parâmetros básicos do imóvel, revertem, após 5 anos (caso não utilizado) da cobrança do IPTU progressivo no tempo, a desapropriação do imóvel por parte da prefeitura;

implantação das ZEIS: esta lei estabelece que uma parcela do Empreendimento de Habitação de Interesse Social deve ser destinado ao município ou ao Fundo Municipal de Habitação com o intuito de diminuir a fila por moradia.

Essas ações não são de competência do Iplan, porém o instituto é responsável pelo monitoramento, gestão e avaliação do Plano Diretor de Ponta Grossa e cabe a ele cobrar a aplicação de tais instrumentos citados.

*Esta matéria integra a série de reportagens Mercado Imobiliário, publicada pelo Diário dos Campos e portal DCmais com foco nas estimativas para o setor da construção civil em 2024.

Leia mais: Igreja de Ponta Grossa é colocada em leilão por engano

Participe do grupo e receba as principais notícias da sua região na palma da sua mão.

Entre no grupo Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.