07 de junho de 2026

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PG receberá mais uma obra bilionária de energia elétrica


Por Millena Sartori Publicado 02/11/2022 às 03h01 Atualizado 20/02/2026 às 20h56
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Foto: Divulgação

Depois do projeto Gralha Azul, executado pela Engie, Ponta Grossa está prestes a receber mais uma obra bilionária relacionada ao reforço da rede de energia elétrica. Trata-se de uma linha de transmissão que vai ligar o sistema da cidade ao de Assis, município de São Paulo.

Executado pelo carioca Taesa, um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil, o investimento receberá um aporte de cerca de R$ 1,8 bilhão e foi nomeado de “Ananaí”.

Serão 363 km de linhas de transmissão de 500 kV e 525 kV e 4 subestações. De acordo com informações repassadas pela Taesa à reportagem do DC, entre diretos e indiretos é estimada a geração de 3.500 empregos durante a construção da rede. “A maior parte será gerada nos locais de execução das obras”, garantiu a empresa.

O prazo estipulado para a energização é março de 2027 e a empresa afirma que as obras serão iniciadas tão logo sejam recebidas as devidas autorizações dos órgãos ambientais. Nesta segunda-feira (31) o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) tornou público que recebeu e aceitou para avaliação o Estudo de Impacto Ambiental e respectivo Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) do empreendimento.

Objetivo

Conforme explica a empresa, as linhas de transmissão Ponta Grossa – Assis farão parte do Sistema Interligado Nacional, que tem por finalidade prover e aumentar a confiabilidade da transmissão de energia gerada no país. “Esse será o grande benefício para Ponta Grossa e região”, afirma, explicando também que a obra de energia “também proporciona aumento da capacidade de interligação Sul – Sudeste, que é fundamental em cenários de baixa disponibilidade do parque gerador da região Sul”.

Cidades

As linhas de transmissão do projeto Ananaí vão passar pelos seguintes municípios: Ponta Grossa, Tibagi, Ventania, Telêmaco Borba, Curiúva, Ibaiti, Ribeirão do Pinhal, Abatiá, Bandeirantes e Andirá, do Paraná e também Palmital, Cândido Mota e Assis, de São Paulo.

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