01 de julho de 2026

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Parceria entre Prefeitura e setor imobiliário reforça fiscalização e conservação urbana em PG


Por Diogo Laba Publicado 09/04/2026 às 19h10
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Parceria entre Prefeitura e setor imobiliário reforça fiscalização e conservação urbana em PG
Divulgação

A fiscalização urbana em Ponta Grossa entra em uma nova fase com a aproximação entre o poder público e o setor imobiliário. Em reunião realizada no dia 6 de abril, no Gabinete da Prefeita, representantes da administração municipal, entidades do mercado e órgãos de planejamento discutiram estratégias para melhorar a conservação de imóveis e atualizar os cadastros da cidade.

O encontro reuniu integrantes do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPLAN), da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e entidades como SECOVI/PR, Sindimóveis/PR, CRECI/PR e a Associação das Imobiliárias local. O principal foco foi enfrentar o problema recorrente que é a dificuldade em localizar proprietários de imóveis com irregularidades, especialmente terrenos e construções em situação de abandono ou má conservação.

Segundo o presidente do IPLAN, Rafael Mansani, a intenção da fiscalização é priorizar a orientação antes da punição. “A proposta é garantir que os proprietários sejam informados previamente sobre a necessidade de adequações, evitando multas e outros custos’, comenta.

A secretária municipal de Meio Ambiente, Carla Martins Kritski, destacou que a manutenção dos imóveis é obrigatória e que a falta de atualização cadastral pode gerar despesas elevadas. “Quando o proprietário não é localizado, a notificação ocorre por meio do Diário Oficial e, caso não haja regularização, o município aplica multa e executa serviços como limpeza e roçada, cobrando posteriormente no IPTU. As penalidades podem variar de 1.700 a um milhão de reais, dependendo das infrações”, afirma.

Além da limpeza, a adequação das calçadas também foi tema central. As regras exigem áreas específicas para circulação, acessibilidade e permeabilidade, incluindo piso tátil e espaço livre para pedestres, garantindo segurança e mobilidade urbana.

Como solução, foi proposta uma atuação integrada com as imobiliárias, que passariam a atuar como intermediárias na comunicação com os proprietários. A ideia é que, após a emissão das notificações, as empresas auxiliem no repasse das orientações, utilizando materiais oficiais como cartilhas e manuais.

Outra medida em análise é a integração de dados entre o município e o setor imobiliário, o que pode tornar o contato com os proprietários mais rápido e eficiente. A iniciativa acompanha o crescimento urbano da cidade e busca equilibrar desenvolvimento econômico com organização territorial.

Ao final da reunião, houve consenso de que a cooperação entre setor público e iniciativa privada é essencial para garantir uma cidade mais organizada, segura e sustentável, fortalecendo a gestão urbana e prevenindo problemas futuros. (Com informações das assessorias)

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