07 de julho de 2026

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Para onde vai o material retirado do Lago de Olarias?


Por Matheus Dias Publicado 23/04/2026 às 10h06
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Obras do Lago de Olarias em PG
Foto: Matheus Dias/DC.

Em execução desde março, com o esvaziamento do Lago de Olarias, as obras de desassoreamento seguem com a retirada de sedimentos do local. Mas o que será feito com este material? Ele tem alguma utilidade?

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O projeto prevê a retirada de cerca de 70 mil metros cúbicos de sedimentos acumulados ao longo dos anos, restabelecendo a capacidade hidráulica do reservatório e garantindo melhorias ambientais. O trabalho é realizado com equipes e equipamentos próprios do Município, como retroescavadeiras e caminhões da Secretaria de Meio Ambiente.

De acordo com a Prefeitura de Ponta Grossa, esse material será utilizado para as obras do Lago de Olarias 2. Ainda de acordo com a assessoria do poder público municipal, da forma como as intervenções estão sendo feitas, não há risco dos sedimentos retornarem para o Lago 1. Vale lembrar que há um projeto para a construção de cinco Lagos de Olarias, como noticiado pelo Diário dos Campos.

Durante o período de obras, haverá interdições parciais no estacionamento próximo ao módulo da Guarda Municipal e em trechos da pista de caminhada, para garantir a segurança dos visitantes. Os frequentadores terão como alternativas o uso da ciclofaixa ou o retorno antes da área interditada.

Além de preservar o aspecto paisagístico, o Lago de Olarias desempenha papel estratégico na contenção de alagamentos e na defesa ambiental da região. Por isso, a obra é considerada essencial para o futuro da cidade.


Andamento da obra no Lago de Olarias

  • Desassoreamento (aproximadamente 8 meses)
    • Retirada mecanizada de cerca de 70 mil m³ de sedimentos acumulados.
    • Transporte do material retirado, com parte sendo reaproveitada em outras obras, como no Lago 2.
    • Acompanhamento técnico para minimizar impactos ambientais.
  • Finalização (2 a 3 semanas)
    • Regularização do leito do lago.
    • Limpeza da área utilizada pelas máquinas.
    • Recomposição gradual do nível da água.

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Matheus Dias
Matheus Dias

Jornalista formado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa e Mestre em Comunicação pela Universidade Federal do Paraná. Ex-foca do jornal O Estado de S. Paulo e repórter do DC desde 2022. Tem experiência na comunicação corporativa e na assessoria de imprensa de setores público e privado. Apaixonado por histórias e esportes.