21 de julho de 2026

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Investimento em barracões do IBC deve gerar 113 empregos diretos em Ponta Grossa


Por Danilo Kossoski Publicado 06/08/2021 às 18h39 Atualizado 21/02/2026 às 09h25
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Arquivo DC

A Prefeitura de Ponta Grossa publicou em Diário Oficial a cessão de um dos dois barracões do antigo Instituto Brasileiro do Café (IBC), localizado no Bairro Cará-Cará. O Armazém 2 será segmentado, atendendo aos interesses de duas empresas, que se comprometem a executar as reformas necessários para o uso do espaço e, em seguida, gerar postos de trabalho.

Corte em MDF

Uma das empresas é a DFGC, que presta serviço de corte em MDF, ocupará área aproximada de 7,6 mil metros quadrados, e deverá investir pelo menos R$ 1,8 milhão para recuperar o armazém e garantir a segurança da área. Conforme noticiado anteriormente pelo Diário dos Campos e portal dcmais, trata-se de empresa que compõe o Grupo GMAD. No local devem ser gerados pelo menos 60 empregos diretos. A permissão de uso é de 10 anos.

Logística

A outra empresa é a STK Logística e Transportes, que ocupará área de aproximadamente 10,3 mil metros quadrados, investirá no local pelo menos R$ 2 milhões em reforma do espaço, também garantindo segurança e conservação. Pelo menos 53 empregos diretos devem ser gerados no armazém, com permissão de uso por 10 anos.

Espaço maior

De acordo com Maycon Dolevan Sebakeviski, sócio-administrador, a empresa STK é voltada para o serviço de armazenagens de itens diversos, conforme o interesse de indústrias. O foco principal é atender ao Distrito Industrial. “Nós já temos um armazém de 3 mil metros quadrados, mas vimos que a demanda aumentou e precisamos de um espaço maior. Nossa intenção é expandir, além de dar um destino correto ao armazém, que iremos revitalizar”, diz.

Os barracões

A Prefeitura adquiriu os barracões há 11 anos, mas nunca definiu sua utilização de forma clara. Um deles é usado como almoxarifado da Fundação Municipal de Saúde desde 2012 e abrigou mobílias da Secretaria de Educação até 2020. O Armazém 2, que agora está sendo cedido, estava sem uso desde 2009, quando foi comprado o imóvel por R$ 4,9 milhões.

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