21 de julho de 2026

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Área do ‘Parque de Confecções’ segue sem utilização em Ponta Grossa


Por Millena Sartori Publicado 21/08/2021 às 11h00 Atualizado 21/02/2026 às 08h58
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Local vem sido utilizado para descartes de diversos itens, incluindo veículos (Foto: Arquivo DC)

Sonho antigo de Ponta Grossa, novamente o Parque de Confecções não saiu do papel. Após uma tentativa em 2011, na gestão do então prefeito Pedro Wosgrau, em 2018 a gestão de Marcelo Rangel chegou a dividir em lotes um terreno localizado ao lado da Cadeia Pública Hildebrando de Souza, na BR-376, e doar sete áreas a empresas interessadas, mas as mesmas não iniciaram as obras e as doações foram revogadas em 2019. 

Desde então, a Prefeitura afirma que realiza estudos para definir a nova utilização da área. A reportagem do jornal Diário dos campos e portal dcmais esteve no local nesta sexta-feira (20) e observou que o local vem sido utilizado para descartes de diversos materiais, como restos de construção civil, de brinquedos, de equipamentos como tanques e até veículos: dois caminhões, três carros e dois ônibus estão abandonados na área.

História do Parque de Confecções de Ponta Grossa

O terreno inicialmente destinado do Parque de Confecções de Ponta Grossa tem cerca de 60 mil m². A implantação de um polo de produções têxteis já vinha sendo discutida pelo poder público desde 2011, ainda na gestão do ex-prefeito Pedro Wosgrau, mas foi necessário um processo legal de usucapião devido à área não estar em nome do Município.

Após os trâmites legais, foi desenvolvida a documentação para a doação dos 21 lotes do terreno, denominado Parque de Confecções Manoel Machuca Junior através do Decreto nº 14.960, de setembro de 2018. Sete empresas foram confirmadas e totalizariam mais de R$ 2,5 milhões de investimentos e no mínimo 176 vagas de emprego indiretas.

Área de 60 mil m² fica às margens da BR-376, ao lado da Cadeia Pública Hildebrando de Souza (Fotos: Arquivo DC)

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