21 de julho de 2026

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Defesa de Filipe Martins alega “perseguição política” após prisão


Por Edilene Santos Publicado 02/01/2026 às 10h49 Atualizado 13/01/2026 às 17h47
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Filipe Martins
Filipe Martins Foto: Divulgação

A defesa do ex-assessor presidencial Filipe Martins, preso pela Polícia Federal em Ponta Grossa na manhã desta sexta-feira (2), disse que o cliente está sendo vítima de “perseguição política”. Filipe foi condenado a mais de 21 anos de prisão por envolvimento na trama golpista; ele era assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, também condenado pelo STF.

Em vídeo encaminhado à imprensa, o advogado Jeffrey Chiquini disse que Filipe está “há mais de 600 dias cumprindo todas as determinações judiciais” e que “está sendo punido por não ter feito nada de errado”. Segundo a ordem de prisão preventiva determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, o ex-assessor descumpriu medidas cautelares durante a prisão domiciliar; ele teria usado uma rede social, prática vetada pela decisão.

Prisão em casa

Filipe Martins estava em prisão domiciliar em Ponta Grossa desde o último sábado (27). Na quarta-feira (31), ministro do STF decretou a ordem de prisão preventiva, cumprida nesta sexta. O ex-assessor foi levado à Cadeia Pública Hildebrando de Souza. Na segunda-feira (29), segundo a decisão, Filipe teria acessado a rede social Linkedin.

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Edilene Santos
Edilene Santos

É bacharel em Comunicação Social / Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), especialista em Comunicação Política e Imagem pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestre em Jornalismo pela UEPG. Foi repórter no Jornal da Manhã e Página Um, assessora de comunicação na Prefeitura de Carambeí, produtora na Rede Paranaense de Comunicação (RPC) e na Rede Massa TV Guará. Atuou no Diário dos Campos entre 2011 e 2017, retornando em 2023.