04 de junho de 2026

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Caso Geovana: foragido há mais de um ano, suspeito se entrega à polícia


Por Edilene Santos Publicado 18/08/2025 às 12h06 Atualizado 25/02/2026 às 15h44
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Geovana dos Santos Wilczeski tinha dez anos quando foi morta
Geovana, morta em PG aos 10 anos. Foto: reprodução/redes sociais.

A Polícia Militar cumpriu, na manhã deste sábado (16), um mandado de prisão contra mais um suspeito de envolvimento na morte da menina Geovana dos Santos Wilczeski, dez anos. O homem estava foragido há mais de um ano e se apresentou espontaneamente ao Departamento Penitenciário (Depen) de Castro. Outros dois suspeitos já foram presos.

Segundo a PM, durante patrulhamento pela rua Tiradentes, em Castro, policiais foram abordados por um funcionário do Depen, que informou que o suspeito havia procurado o local para se entregar. Após consulta no sistema, os agentes confirmaram a existência do mandado expedido pela Vara Criminal de Ponta Grossa, pelo crime de homicídio qualificado.

Ainda de acordo com o registro policial, o homem afirmou que preferiu não se apresentar em Ponta Grossa porque teria recebido ameaças de morte caso fosse encaminhado diretamente ao presídio da cidade.

Relembre o caso Geovana

O crime aconteceu em abril de 2024 quando uma pessoa que estava na garupa de uma motocicleta efetuou diversos disparos de arma de fogo em direção a uma conveniência em Ponta Grossa, atingindo a pequena Geovana na cabeça. Segundo as investigações da Polícia Civil, o alvo do atentado era um homem que estava no local.

A briga entre os homens teria iniciado em razão de um dos suspeitos ter se desentendido com o alvo do ataque, que estava na conveniência, e um amigo dele por terem passado na frente da residência do investigado ouvindo música e, supostamente, terem feito um sinal com as mãos entendido como arma de fogo.

Foi no curso das investigações que, além dos indivíduos que estavam na motocicleta, descobriu-se que havia outro homem envolvido.

Denúncia do MP

O caso já foi denunciado pelo Ministério Público e aguarda decisão da Justiça. O MPPR sustenta a prática dos crimes de homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio triplamente qualificada e corrupção de adolescente.

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Edilene Santos
Edilene Santos

É bacharel em Comunicação Social / Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), especialista em Comunicação Política e Imagem pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestre em Jornalismo pela UEPG. Foi repórter no Jornal da Manhã e Página Um, assessora de comunicação na Prefeitura de Carambeí, produtora na Rede Paranaense de Comunicação (RPC) e na Rede Massa TV Guará. Atuou no Diário dos Campos entre 2011 e 2017, retornando em 2023.