19 de junho de 2026

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Veja como os deputados do Paraná votaram na PEC da Transição


Por Felipe Liedmann com Agência Brasil Publicado 21/12/2022 às 21h44 Atualizado 20/02/2026 às 19h49
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Foto do plenário da Câmara de Deputados
(Marina Ramos / Câmara dos Deputados / Arquivo)

A Câmara dos Deputados concluiu há pouco a análise em segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição. Os deputados rejeitaram o destaque apresentado pelo Partido Novo, que pretendia retirar do texto a determinação de o presidente da República enviar ao Congresso, até 31 de agosto de 2023, um projeto de lei complementar para disciplinar um novo regime fiscal. O placar da votação ficou em 331 votos a favor e 163 contrários.

Entre os deputados do Paraná, houve 16 votos a favor, 12 contrários e duas ausências no segundo turno da PEC da Transição.

Favoráveis (16)

  • Aliel Machado (PV)
  • Christiane de Souza Yared (PP)
  • Enio Verri (PT)
  • Gleisi Hoffmann (PT)
  • Gustavo Fruet (PDT)
  • Hermes Parcianello (MDB)
  • Luciano Ducci (PSB)
  • Luisa Canziani (PSD)
  • Luizão Goulart (SD)
  • Osmar Serraglio (PP)
  • Ricardo Barros (PP)
  • Rossoni (PSDB)
  • Rubens Bueno (CID)
  • Sergio Souza (MDB)
  • Toninho Wandscheer (PROS)
  • Zeca Dirceu (PT)

Contrários (12)

  • Aline Sleutjes (PROS)
  • Aroldo Martins (REP)
  • Diego Garcia (REP)
  • Felipe Francischini (UNIÃO)
  • Filipe Barros (PL)
  • Giacobo (PL)
  • Leandre (PSD)
  • Luiz Nishimori (PSD)
  • Paulo Eduardo Martins (PL)
  • Pedro Lupion (PP)
  • Sandro Alex (PSD)
  • Sargento Fahur (PSD)

Ausentes (2)

  • Ney Leprevost (UNIÃO)
  • Vermelho (PL)

Partidos

Alguns partidos não foram unânimes entre os deputados do Paraná. Do PP, por exemplo, só Pedro Lupion votou contra a PEC da Transição. No PSD, a única favorável foi Luísa Canziani.

Outro partido que se dividiu foi o PROS. Aline Sleutjes – apoiadora do presidente Jair Bolsonaro – votou contra a PEC. Toninho Wandscheer deu voto a favor.

PEC

A matéria tem a intenção de garantir recursos para programas sociais no Orçamento da União de 2023, como a continuidade do pagamento do Auxílio Brasil de R$ 600, que voltará a ser chamado de Bolsa Família, e o aumento real do salário mínimo a partir de janeiro.

A proposta estabelece que o novo governo terá R$ 145 bilhões para além do teto, dos quais R$ 70 bilhões serão para custear o benefício social de R$ 600 reais com um adicional de R$ 150 por criança de até 6 anos. A PEC também abre espaço fiscal para outros R$ 23 bilhões em investimentos pelo prazo de dois anos e não por quatro anos, como queria a equipe de transição.

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