Biobibliografia

Teresa Jussara Luporini
Cadeira 21
A feitura da Biobibliografia constitui-se em uma das tarefas institucionais da Secretaria da Academia e a versão que hoje celebramos tem uma raiz: além de seguir os contornos das Academias Francesa, Brasileira e Paranaense é, também, uma versão revista e ampliada de sua pioneira, lançada em 2015, e organizada por Luísa Cristina dos Santos Fontes, Luiz Fernando Cheres e Sérgio Monteiro Zan. Por uma década foi a bússola identitária da composição de nossa Casa de Letras demonstrando a sua qualidade e solidez.
Posso afirmar que tais características se converteram em desafios para a composição da atual Biobibliografia. No entanto, como obra coletiva, a qualidade dos textos enviados pela integralidade dos membros da Academia, foi o suporte que agigantou o resultado final.
Não poderia haver data mais adequada para este momento histórico pois em março celebramos, dentre outros, em 15/3, Dia da Declaração Universal dos Direitos à Leitura e Informação, em 20/3, Dia Internacional do Contador de Histórias, Dia 21/3, dia Mundial da Poesia.
O que caracteriza a obra que ora lançamos? A presença de treze dos membros fundadores das quarenta cadeiras originais e a chegada de membros como primeiros e segundos ocupantes.
Registra-se, ainda, a evolução de cânones comemorativos do Jubileu de Prata como o Selo Postal e as vestes talares como a pelerine e a medalha. E, ainda, a criação do magnífico Hino Acadêmico, que recentemente entoamos, com letra de Sérgio Monteiro Zan e música de Rafael Delalíbera Rauski.
Outra questão que merece destaque é a criação do acervo histórico da ALCG, junto à Biblioteca Paranista Eno Teodoro Wanke, destinado a receber objetos e a manter a memória de patronos e membros.
A relação da Academia com a comunidade externa também foi contemplada, destacando-se dois projetos principais: as reuniões itinerantes e o Bosque dos Escritores, localizado na UEPG, no campus de Uvaranas.
As reuniões itinerantes oportunizaram o deslocamento da Academia aos municípios dos Campos Gerais e sua interlocução com entidades administrativas e culturais. Foram os municípios visitados: Palmeira, Castro, Jaguariaíva, Telêmaco Borba, Tibagi, Lapa e Arapoti, oportunizando a criação e/ou desenvolvimento de laços culturais, literários e revelando a sua proximidade identitária.
O Bosque dos Escritores, capa da presente edição com foto de Luísa Cristina dos Santos Fontes, é uma ode à natureza, localizada em 9.800 metros quadrados, no coração do Campus em que se celebra a fauna, a flora e a literatura, constituindo-se em um “Caminho de Escritores”.
Portanto, brindemos em comemoração por esta conquista, que pertence à Academia como obra coletiva e expressão da potencial capacidade de contribuir com a cultura local e regional.
Viva!
Obs.: Discurso proferido no lançamento da Biobibliografia da ALCG, em 20 de março de 2026.
FICHA TÉCNICA
Gestão 2023 – 2025: Presidente
Neuza Helena Postiglione Mansani
Organização
Teresa Jussara Luporini
Projeto Gráfico e Editoração Eletrônica
ABC Projetos Culturais
Supervisão Gráfica
Alessandra Bucholdz e Dyego Marçal
Revisão
Luísa Cristina dos Santos Fontes, Luiz Fernando Cheres, Sérgio Monteiro Zan e Teresa Jussara Luporini
Supervisão Editorial
Luísa Cristina dos Santos Fontes
Assessoria
Carlos Mendes Fontes Neto e Neuza Helena Postiglione Mansani
Equipe Financeira
Teresa Jussara Luporini, Neuza Helena P. Mansani, Douglas Passoni de Oliveira e Luísa Cristina dos Santos Fontes
Foto da capa
Bosque dos Escritores / Luísa Cristina dos Santos Fontes
Fotos e edição de imagens de Patronos, Fundadores e Ocupantes
Edison Luiz Brabicoski
Ficha catalográfica
Maria Luzia F. Bertholino dos Santos






