22 de julho de 2026

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência no portal e personalizar a publicidade exibida. Ao continuar navegando, você concorda com este monitoramento. Leia mais na nossa Política de privacidade.

Veja imagens da ‘VI Caminhada do Orgulho Louco’ de Castro


Por Redação com Assessoria Publicado 27/05/2023 às 18h55 Atualizado 20/02/2026 às 16h04
Ouvir: 00:00
'Caminhada do Orgulho Louco' integra a luta antimanicomial. Foto: reprodução/PM Castro.

No dia 26 será realizada a VI edição da “Caminhada do Orgulho Louco”, cujo nome tem como objetivo justamente a quebra de preconceitos e estigmas sobre o tema da loucura. O grupo que saiu às 13h30 da frente do CAPS, countou com participação de fanfarra e distribuição de folders informativos. Algumas mensagens que desmistificam e esclarecem sobre o tema deixaram a caminhada mais colorida, com a utilização de materiais, como cartazes, desenhos e pinturas, confeccionados pelos próprios usuários do CAPS.

Leia também: Domingo (28) terá duas das corridas mais famosas do automobilismo

‘Trancar não é tratar’ é o tema da campanha desenvolvida pela Secretaria Municipal de Saúde de Castro, em parceria com o Centro de Atenção Psicossocial (CPAS), ao longo do mês de maio – para lembrar a Luta Antimanicomial. O movimento antimanicomial, que prevê formas de tratamento dignos e sob garantia de liberdade à pessoas em sofrimento mental, foi criado em 1987, e em 2001 foi sancionada no Brasil a lei que determinou o fim dos manicômios e sanatórios.

Apesar de o incentivo a tratamentos mais dignos e que não privem de liberdade pessoas em sofrimento mental não ser novidade, o tema ainda é cercado de preconceitos, e, o cuidado a essa população ainda sofre negligência.

Reforçar o diálogo acerca do tema, disseminar conhecimento e angariar força à luta pelos direitos destas pessoas, é justamente o objetivo de campanhas como a que está em desenvolvimento em Castro. O movimento visa ainda contribuir para com a aceitação, respeito e incentivo a tratamentos dignos e que não proponham o isolamento da pessoa em tratamento, é o que explica a supervisão da Atenção Secundária, Charlini Ferreira Regatiere. “A importância dessas ações é, primeiramente para informação e conhecimento da população, e para desmistificação de tabus com relação a saúde mental e ao CAPS”, destacou.

Desde o início do mês a Luta Antimanicomial vem sendo pauta nas atividades desenvolvidas no CAPS do município. Temas como a luta pelos direitos das pessoas em sofrimento mental, o combate à ideia de que se deve isolar a pessoa com qualquer tipo de transtorno mental, e o direito fundamental à liberdade, ao convívio em sociedade, e ao acesso aos cuidados e tratamento têm sido abordados e trabalhados nos grupos e oficinas terapêuticas.

Participe do grupo e receba as principais notícias da sua região na palma da sua mão.

Entre no grupo Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.