Caso Eloege: Justiça absolve suspeitos pela morte de mulher na região

A Justiça absolveu dois homens que eram acusados pela morte de Eloege Madeira, 30 anos, assassinada com tiros na cabeça no dia 3 de março de 2017. No dia do crime, a vítima foi encontrada morta dentro de casa pela irmã e pelo filho. Os suspeitos, Augusto Bueno e Aurélio de Souza, chegaram a ser presos em junho de 2017, mas receberam o benefício de responder em liberdade.
Na época do crime, a Polícia Civil informou que as investigações chegaram aos possíveis autores em decorrência da quebra de sigilo de mensagens do celular trocadas entre os suspeitos. Segundo a polícia, Augusto teria uma relação amorosa com Eloege e queria teria arquitetado o crime juntamente com Aurélio. O júri popular aconteceu no dia 31 de agosto e durou dois dias onde os réus foram julgados por homicídio triplamente qualificado por motivo torpe.
“Nos dois dias de julgamento foram ouvidos delegado, escrivães da Polícia Civil e foi demonstrado que não existiu qualquer relacionamento entre a Eloege e o Augsuto. As mensagens no celular também não tinham qualquer relação com a situação em si. Foram cinco anos de inquérito e nós conseguimos demonstrar que as alegações eram equivocadas”, disse a advogada Bruna Furlan, que representou pela defesa de Augusto juntamente com o advogado Rafael Pacheco.
Em nota enviada a pedido do portal Dcmais e Jornal Diário dos Campos, o Ministério do Paraná informou que sustentou pela absolvição de ambos os réus, por considerar haver ausência de provas de autoria e participação dos citados.
“O MPPR destaca que, durante a instrução do processo, surgiram novas provas contra outros suspeitos, motivo pelo qual a Promotoria de Justiça requisitará a reabertura das investigações em busca de elementos probatórios contra tais possíveis autores ou partícipes do crime. Inicialmente, ao menos dez novas diligências serão requisitadas à autoridade policial”, disse a nota.
Confira a nota na íntegra
No julgamento do caso, o Ministério Público do Paraná sustentou pela absolvição de ambos os réus, por considerar haver ausência de provas de autoria e participação dos citados. O MPPR destaca que, durante a instrução do processo, surgiram novas provas contra outros suspeitos, motivo pelo qual a Promotoria de Justiça requisitará a reabertura das investigações em busca de elementos probatórios contra tais possíveis autores ou partícipes do crime. Inicialmente, ao menos dez novas diligências serão requisitadas à autoridade policial. O caso tramita sob o número dos autos 0002892-67.2017.8.16.

