16 de julho de 2026

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O que fazer se eu preciso do tempo do meu chefe?


Por dmais Publicado 09/11/2011 às 22h47 Atualizado 23/02/2026 às 16h36
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Alçada ou atitude?

O crescimento de todo profissional depende objetivamente da capacidade que essa pessoa tem de resolver os problemas com autonomia, ou seja, sem ter que recorrer a sua alta gestão. É evidente que agora nós temos que separar dois casos distintos: o que é alçada daquilo que é atitude. A alçada, ou seja, o poder de decisão limita muitas vezes o que um profissional pode fazer na empresa. Não se trata de ter ou não potencial para resolver a situação sozinho. Trata-se sim, do quanto a empresa o autoriza a agir de maneira independente. Já, distante da alçada estão as atitudes que um profissional demonstra no seu dia-a-dia.

 

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Agindo de forma independente

Explico com um exemplo. Um determinado cliente chega a uma empresa com um problema e o funcionário percebe que boa parte do problema só pode ser resolvido por quem tem o poder para tomar uma decisão na empresa. No caso, o funcionário não tem essa autorização. Entretanto, o funcionário percebe também que algumas atitudes podem ser tomadas independentemente da decisão que a alta gestão for tomar. Aí, o funcionário percebe que se suas atitudes forem bem sucedidas ele pode até mesmo evitar que a chefia tenha que participar da situação, ou seja, que a alçada da chefia tenha de ser utilizada.

 

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Demonstrando atitude

Essa é a diferença fundamental entre atitude e alçada, poder de decisão. Enquanto a alçada é determinada por regulamentos internos da empresa, a atitude só depende única e exclusivamente do funcionário. O segredo do mundo corporativo para os profissionais não é demonstrar para a sua chefia o quanto são capazes de fazer, mas o quanto ele chefe para a ser secundário no processo. Para bons chefes esse é um sinal de competência, já para os chefes inseguros esse é o tipo de chefe não merece ter um funcionário assim.

 

(Luciano Salamacha)

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