23 de junho de 2026

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Delegada justifica prisão da mãe do bebê torturado em PG


Por dmais Publicado 27/06/2017 às 05h41 Atualizado 24/02/2026 às 04h56
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Participação ativa e omissão. Esses são os dois principais motivos utilizados para a prisão da mãe do bebê que segue na UTI do Hospital Regional de Ponta Grossa, em decorrência de ferimentos múltiplos provocados em sessões de tortura. O pedido de prisão foi apresentado pela delegada Ana Paula Cunha Carvalho, responsável pelo Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria).

A delegada comandou a equipe policial que prendeu a mulher de 21 anos, no início da noite desta segunda-feira (26). Ela estava dentro do Hospital Regional quando foi detida. Algemada, foi conduzida até a sede do Nucria, onde prestou um novo depoimento, que durou cerca de duas horas. Depois, a mulher foi encaminhada para a carceragem da 13ª Subdivisão Policial, antes de ser transferida para o presídio Hildebrando de Souza. A remoção está programada para a manhã desta terça-feira (28).

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