29 de junho de 2026

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Temporal em Ponta Grossa registra os ventos mais fortes do estado


Por Danilo Kossoski Publicado 31/03/2022 às 19h45 Atualizado 21/02/2026 às 02h16
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Escola municipal no Bairro Chapada teve aulas presenciais interrompidas após destelhamento / Foto: Divulgação

Um levantamento divulgado pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) revelou que o vendaval de quarta-feira (30) foi mais intenso na região de Ponta Grossa. Os ventos do temporal em Ponta Grossa chegaram a rajadas de 81,7 Km/h, justamente dentro da área do município.

Temporal em Ponta Grossa

A Defesa Civil de Ponta Grossa informou, nesta quinta-feira (31), 11 quedas de árvore e uma queda de muro, em situações ocorridas em praticamente todas as regiões da cidade, especialmente entre as 13h e 13h30 do dia anterior.

Lizandro Jacóbsen, meteorologista do Simepar, fala sobre os ventos em Ponta Grossa

Defesa Civil

De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, as localidades mais atingidas foram os bairros Oficinas, Uvaranas, Nova Rússia e Cará-Cará. O levantamento se refere aos atendimentos realizados também pelo 2º Grupamento de Bombeiros. No entanto, os bombeiros tiveram atendimentos também nesta quinta-feira, ainda relacionados ao vendaval do dia anterior.

Bombeiros

No sistema online dos bombeiros, disponível para consulta, foram 17 ocorrências relacionadas diretamente ao temporal, sendo que 11 se referem a corte ou poda de árvore. Algumas delas caíram sobre residências, automóveis e rede de energia elétrica, como foi o caso na Avenida Visconde de Mauá. Também houve atendimentos no Bairro Olarias, Órfãs, Ronda, Colônia Dona Luiza e Chapada, onde a Escola Municipal Frederico Constant Degraf teve as aulas presenciais suspensas após destelhamento.

Luz e água

Como consequência, parte da cidade ficou sem energia elétrica na noite de quarta-feira. De acordo com a Companhia Paranaense de Energia (Copel), no auge dos problemas causados pelo temporal, cerca de 16 mil unidades consumidoras de energia ficaram no escuro.

De acordo com a Companhia Paranaense de Saneamento (Sanepar), a falta de energia interrompeu a captação de água do Rio Pitangui, com redução de pressão ou temporária falta de água na cidade. O abastecimento começou a ser normalizado ainda no final da noite, não chegou a ser sentido em imóveis com caixa d’água, mas demorou mais tempo para ser restabelecido na área central da cidade.

12 de abril – é a data em que o Simepar prevê redução nas chuvas em Ponta Grossa. Até lá, o tempo deve ficar nublado.

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