11 de junho de 2026

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência no portal e personalizar a publicidade exibida. Ao continuar navegando, você concorda com este monitoramento. Leia mais na nossa Política de privacidade.

Prefeitura de PG retira projeto de lei sobre terceirização de cemitérios


Por Edilene Santos Publicado 27/02/2024 às 19h53 Atualizado 26/02/2026 às 04h41
Ouvir: 00:00
Foto: José Aldinan

A Prefeitura de Ponta Grossa desistiu – pelo menos por enquanto – de terceirizar os cemitérios públicos de Ponta Grossa. O Projeto de Lei 449/2023, que havia sido protocolado na Câmara Municipal em novembro, foi retirado pelo Executivo nesta semana.

Leia mais: Veículo abandonado no Guaragi: família pede ajuda para achar motorista

A proposta havia entrado na pauta de votações na sessão extraordinária de 31 de janeiro, a pedido da prefeita Elizabeth Schmidt (PSD), mas o regime de urgência foi rejeitado pelos vereadores e o PL acabou retirado para vistas.

Diante da polêmica proposta, o Legislativo realizou, na quinta-feira (22), uma audiência pública para discutir o projeto. De acordo com a Câmara, aproximadamente 100 pessoas participaram das discussões, porém, nenhum representante da Prefeitura apareceu.

A mesa foi composta pelas vereadoras Joce Canto (PSC) e Josi do Coletivo (PSOL), além de representantes da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Sindicato dos Servidores (Sindserv) e do Ministério Público.

“A posição dos participantes da audiência foi unânime no sentido de não aprovar o projeto de lei, já que vários aspectos negativos em relação à privatização dos cemitérios foram abordados”, disse Josi.

No sistema da Câmara, o PL 449/2023 ainda aparece como proposta em trâmite, mas a assessoria do Legislativo confirmou a retirada e informou que o sistema está com problema.

Licenciamento

Na sessão desta segunda-feira (26), o vereador Izaias Salustiano (PL) comentou que “nenhum dos cemitérios [públicos] tem licenciamento ambiental” e que, por isso, estão “passíveis de serem interditados”.

Sobre essa situação, a reportagem do Portal DCmais e Diário dos Campos procurou a Prefeitura para explicar a situação, mas, até o momento, não obteve retorno.

Participe do grupo e receba as principais notícias da sua região na palma da sua mão.

Entre no grupo Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.