05 de junho de 2026

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Porto seco: exportações em PG ultrapassam 1,3 bilhão de dólares em 2024


Por Edilene Santos Publicado 04/12/2024 às 21h39 Atualizado 25/02/2026 às 22h16
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Foto Jonathan Campos / AEN

O saldo da balança comercial é um importante componente quando se analisa a geração de riqueza e o crescimento das empresas – principalmente as indústrias. Ele demonstra como o município, a região, o estado ou o país estão no cenário externo. Este é o tema da terceira e última reportagem da série especial do portal DCmais e jornal Diário dos Campos sobre o porto seco em Ponta Grossa

O saldo é definido pelo volume de exportações e importações. Em Ponta Grossa, de janeiro a outubro, o saldo foi positivo em 549,2 milhões de dólares – exportações menos importações. No mesmo período, a cidade exportou 1,3 bilhão de dólares e importou 786,5 milhões de dólares.

Produtos exportados

O produto ponta-grossense mais vendido para o exterior são resíduos da extração do óleo de soja (montante de 775,9 milhões de dólares nos dez primeiros meses do ano). Em seguida, aparece o óleo de soja, com 243,3 milhões de dólares. Em terceiro lugar no ranking de produtos mais exportados pelo município estão papel cartão e pasta de celulose, com um volume de 131,6 milhões de dólares.

Produtos importados

Curiosamente, a soja é o produto mais importado também – um valor de 100,1 milhões de dólares alcançado entre janeiro e outubro. Também estão na lista dos importados pelas indústrias de Ponta Grossa partes e acessórios de veículos e partes destinadas a motores.

Balança comercial e porto seco

E qual a relação entre a balança comercial e o porto seco? O embarque e desembarque de mercadorias é ponto crucial numa estação aduaneira no interior. Segundo Núcleo das Indústrias de Ponta Grossa e o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Ponta Grossa, “as empresas localizadas no interior podem despachar e receber cargas internacionais com eficiência por meio de portos secos, eliminando a necessidade de viajar diretamente para os portos marítimos”. Os órgãos defendem que o porto seco aumenta a capacidade dessas empresas de participar do comércio global.

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