15 de julho de 2026

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PL quer proibir propaganda de bets em locais públicos de PG


Por Assessoria Publicado 15/07/2026 às 13h46
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Plenário da Câmara Municipal de Ponta Grossa
Foto de arquivo: Divulgação/CMPG

O vereador Geraldo Stocco (PV) protocolou, nesta terça-feira (14), um projeto de lei que proíbe a propaganda e a publicidade de bets (empresas de apostas) em locais públicos de Ponta Grossa. O projeto, protocolado na Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG), proíbe que publicidades veiculadas em espaços públicos (como praças, parques ou nos ônibus do transporte coletivo) sejam vendidas para empresas do segmento.

“A gente, infelizmente, vê esse tipo de negócio destruindo a vida de muitas pessoas e muitas famílias, sem falar que é um dinheiro que não move a economia e que vai para paraísos fiscais, não fica no Brasil”, defende Geraldo. “Acredito que é dever do poder público dificultar o máximo possível a veiculação de mídia deste tipo de empresa”, argumenta.

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Geraldo quer que, em Ponta Grossa, a exposição de mídia deste tipo de empresa esteja vetado em locais públicos e também nos espaços reservados nos ônibus do transporte coletivo. “Já pedi a criação de um canal de apoio para pessoas com vício à Prefeitura, vou seguir trabalhando contra esse tipo de empresa. Ver pessoas perdendo tudo que tem para um vício como este é muito triste”, argumenta Stocco.

O projeto de Stocco ainda prevê a possibilidade da Prefeitura realizar campanhas de conscientização sobre os riscos em apostas, além do combate e da prevenção à ludopatia, nome clínico dado ao vício ou compulsão incontrolável em jogos de azar ou apostas. “Acredito que esse seja um tema que nós, enquanto sociedade, precisamos enfrentar”, afirma Stocco.

O vereador do Partido Verde buscará assinaturas para permitir que o projeto tramite em regime de urgência no Legislativo Municipal. “Muito se fala de defesa da família, da vida… pra mim essa é uma forma de defender a família e a vida das pessoas viciadas. Ser viciado em bet não é uma escolha racional, é um vício que deve ser coibido e essas pessoas precisam ser ajudadas”, conta Geraldo.

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