03 de junho de 2026

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Ofertado na UEPG, Mestrado em Educação Inclusiva tem recorde de inscritos


Por Assessoria Publicado 03/12/2024 às 13h23 Atualizado 25/02/2026 às 22h20
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Foto: divulgação/UEPG.

Trezentos. Esta é média de inscritos que o Mestrado Profissional em Educação Inclusiva (Profei) registrou apenas na Universidade Estadual de Ponta Grossa, em 2024. Coordenado em rede por instituições de ensino superior brasileiras, o Programa celebra recorde de inscrições desde a sua primeira turma, há quatro anos. Nesta edição, foram 570 vagas oferecidas no Brasil – destas, 36 estão na UEPG. No Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, a instituição celebra o Mestrado que tem o foco na educação inclusiva e especial.

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Iniciado em 2020, o Profei é um curso de ensino híbrido com oferta simultânea nacional, formado por uma Rede Nacional de 21 Instituições de Ensino Superior. O objetivo é formar profissionais que busquem uma sociedade inclusiva. O formato de aulas é considerado único. Cada IES leciona disciplinas obrigatórias aos seus alunos matriculados, em momentos síncronos e presenciais. Já as eletivas ficam a critério do aluno escolher quais deseja fazer, dentro da sua de linha pesquisa, em qualquer instituição vinculada à Rede.

“Temos uma demanda alta de procura, porque o Profei é voltado a formados em qualquer licenciatura, trabalhando na perspectiva da educação inclusiva. Por ser profissional, o professor pode desenvolver projetos de pesquisa e um recurso educacional, que poderá ser aplicado na sala de aula”, destaca a professora Elenice Foltran, coordenadora do Profei na UEPG.

O Brasil registrou aumento expressivo de matrículas de pessoas com deficiência na Educação Básica e Superior. O Censo Escolar divulgou dados de 2023, em que mostra que das 1.771.430 matrículas na educação especial computadas, a maior concentração está no ensino fundamental, com 62,90%. Pela crescente demanda de profissionais qualificados, o Profei chegou na hora certa. “A educação especial e inclusiva não tinha recebido a atenção que merecia, então percebemos que agora há um esforço para que o trabalho seja reconhecido, até porque esses alunos estão chegando até ao ensino superior, então não tem como fecharmos os olhos pra esta realidade”.

Lucia Mara de Lima Padilha, professora do Profei na UEPG, ressalta que a educação inclusiva vai para além da educação especial. “Ela faz parte da educação inclusiva, mas pesquisas apontam que é algo muito amplo e abrange a educação de campo, quilombola, ensino de jovens e adultos e prisional, então podemos ver a educação inclusiva em várias frentes”.

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