OAB cobra fiscalização sobre fogos barulhentos em Ponta Grossa


Por editor

Imagem ilustrativa gerada por IA

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A Comissão de Proteção e Direito dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção Ponta Grossa, intensificou os esforços para garantir o cumprimento da Lei Municipal nº 14.655/2023. A Lei proíbe o uso de fogos de artifício com efeito sonoro ruidoso em todo o município: os “fogos barulhentos”.

Visando proteger o bem-estar da população e dos animais, a Comissão enviou ofícios ao PROCON, à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) e à Guarda Civil Municipal (GCM). A intenção é cobrar ações concretas de fiscalização e conscientização sobre a Lei Municipal, em vigor desde dezembro de 2023.

Pelo fim dos fogos barulhentos

Os documentos, assinados por Jorge Sebastião Filho, presidente da Subseção, Anael Ruccieri Proença dos Santos, presidente da Comissão de Proteção e Direito dos Animais, e Recieri de Tarso Zenardi, presidente da Comissão de Direito do Consumidor, foram elaborados considerando a iminência de datas festivas como Natal e Réveillon, períodos marcados pelo uso excessivo de fogos de artifício.

Prejuízos causados por fogos de artifício barulhentos

O barulho causado por fogos de artifício impacta diretamente diversos grupos sociais e espécies animais:

As solicitações feitas pela OAB

Sobre a Lei Municipal nº 14.655/2023

Sancionada para proteger a saúde pública e o bem-estar animal, a lei proíbe o manuseio, queima e soltura de fogos de artifício de efeito sonoro em Ponta Grossa. As penalidades incluem apreensão dos produtos e multa de R$ 1.101,40, podendo dobrar em casos de reincidência.

A regulamentação da lei foi detalhada pelo Decreto Municipal nº 22.710/2023, que designa a SMMA e a GCM como responsáveis pela fiscalização.

Importância da fiscalização em datas festivas

O uso indiscriminado de fogos barulhentos em festas de final de ano é uma tradição que, apesar de culturalmente aceita por muitos, causa sofrimento significativo a uma parcela vulnerável da população e aos animais. A atuação da OAB visa minimizar esses impactos, garantindo que o direito ao bem-estar seja respeitado.

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