03 de junho de 2026

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Empresa de PG se manifesta sobre ação do Gaeco em Minas Gerais


Por Da Redação Publicado 10/12/2024 às 17h08 Atualizado 25/02/2026 às 22h07
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Empresa atua na distribuição de derivados de madeira. Foto: divulgação/MPMG.

A diretoria da empresa GMAD Ponta Grossa emitiu nota, nesta terça-feira (10), referente a operação do Gaeco realizada no município (saiba os detalhes aqui). A Operação Transparência tem como objetivo a apuração de fraudes tributárias por empresa que atua na distribuição de produtos e serviços para móveis – como painéis de madeira, acabamentos, ferragens, maquinários entre outros. O alvo da investigação possui sede em Minas Gerais, mas o Gaeco de Ponta Grossa (PR) realizou diligências no município nesta mesma data.

Confira a nota do Grupo GMAD Ponta Grossa

A marca GMAD atua no mercado há mais de 35 anos e é utilizada por 84 lojas distribuídas por todo território nacional, e grande parte destas unidades são administradas por franqueados, os quais têm gestão própria e sem vínculo societário com a GMAD Ponta Grossa.

O franqueado Alexandre Augusto Locatelli opera unidades nos Estados de Minas Gerais e Bahia, e nesta data foi divulgado que o Ministério Público de Minas Gerais está investigando as unidades específicas deste franqueado.

Como existe uma associação daqueles que operam a marca GMAD, e a sede desta se localiza em anexo à GMAD Ponta Grossa, na manhã de hoje representantes do Ministério estiveram nesta sede colhendo informações relativas ao franqueado acima referido.

A Associação GMAD tem a finalidade de troca de experiências entre os franqueados e colaboração recíproca em algumas promoções conjuntas com sorteio de prêmios, negociação em compras, treinamentos de funcionários etc. No entanto, cada empresa franqueada tem seu CNPJ e respectiva gestão de forma independente.

Quando da visita dos representantes do Ministério Público de Minas Gerais, o empresário Álvaro Góes prontamente os atendeu e forneceu aos mesmos todas as informações e documentos solicitados. Álvaro Góes informou que “a investigação diz respeito apenas ao franqueado, não existindo qualquer questão relacionada aos demais sócios e franqueados, pois todos conhecem a idoneidade e a história do Grupo GMAD, em especial a seriedade e legalidade com sua governança tributária”.

Álvaro destacou, ainda, que na Associação existe um Guia de Conduta, indicando a forma de conduzir os negócios, não somente junto aos clientes, como também junto aos colaboradores, fornecedores e comunidade em geral. E qualquer situação ou ação que não assegure um ambiente de respeito pelas pessoas e comportamentos não compatíveis com a ética e a legalidade, com o uso da marca GMAD, é impreterivelmente motivo de exclusão do franqueado da rede de colaboração.

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