DAF atinge a marca de 25 mil caminhões produzidos em Ponta Grossa

A DAF atingiu a marca de 25 mil caminhões produzidos na sua fábrica brasileira, localizada em Ponta Grossa. A planta, que iniciou a sua operação em 2013, estava montando cerca de 32 veículos por dia em meados do ano, quando empregava 730 colaboradores.
Porém, a sua capacidade já está bem além disso: de acordo com a licença de operação do local, podem ser produzidos, por dia, até 60 caminhões, 48 chassis e 30 motores.
Em entrevista concedida ao DCmais em agosto, o diretor comercial da DAF, Luis Gambim, disse que além de neste ano a indústria ter iniciado a montagem dos motores de todos os caminhões produzidos localmente – item que antes era importado -, a própria montagem de caminhões foi acelerada.
A intenção é aumentar ainda mais a participação da DAF no mercado brasileiro de caminhões. Em 2020 a marca foi responsável por 4,2% de todos os modelos emplacados no país, fatia que subiu para 4,4% em 2021 e já está em 5,3% em 2022 no acumulado até novembro, de acordo com dados da Fenabrave. Faltando um mês para o final do ano, inclusive, o número de vendas de caminhões DAF no Brasil já bateu o recorde de anos anteriores.
Veja os números concretos abaixo.
Vendas de caminhões DAF 0km no Brasil
| ANO | QUANTIDADE | POSIÇÃO ENTRE MARCAS |
| 2014 | 257 | 11ª |
| 2015 | 443 | 9ª |
| 2016 | 673 | 8ª |
| 2017 | 1.048 | 7ª |
| 2018 | 2.344 | 7ª |
| 2019 | 3.246 | 7ª |
| 2020 | 3.831 | 6ª |
| 2021 | 5.600 | 6ª |
| 2022* | 5.948 | 6ª |
25 mil caminhões
A marca histórica da produção em Ponta Grossa foi comemorada pela DAF nas suas redes sociais. Veja:
Ampliação na DAF Ponta Grossa
Em maio a DAF solicitou licença ambiental para a ampliação da fabricação e montagem de veículos rodoviários, incluindo a construção de um novo armazém. O pedido vai de encontro ao anúncio feito no fim do ano passado, quando a multinacional afirmou que aplicaria US$ 70 milhões até 2026 para a ampliação da planta.
“Esse investimento está relacionado à melhorias na fábrica visando o conceito da indústria 4.0, a adaptação dos caminhões para atender às normas da Euro 6, aos planos da companhia de iniciar suas exportações para a América Latina e, também, ao crescimento contínuo da empresa, buscando aumentar sua participação no mercado nacional”, disse a multinacional holandesa à reportagem do DC naquela época.
