03 de julho de 2026

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Acusados de matar casal por engano em PG são julgados a partir desta segunda (3)


Por Redação Publicado 03/02/2025 às 15h30 Atualizado 25/02/2026 às 20h54
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Luiz Arthur Bach Xavier e Rubiane Aparecida Mayer. Foto: reprodução/redes sociais.

Os réus acusados de matar Luiz Arthur Bach Xavier e Rubiane Aparecida Mayer começam a ser julgados em Ponta Grossa nesta segunda-feira, 3 de fevereiro. Os jovens, que eram um casal, foram mortos enquanto dormiam dentro de casa no dia 30 de setembro de 2023, durante a madrugada. 

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Ao todo, sete réus serão julgados por homicídio qualificado por motivo fútil, meio cruel, uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas, emprego de arma de fogo de uso restrito e mediante pagamento. Os réus podem ir a júri popular e, em caso de condenação, as penas podem chegar a 60 anos de prisão. Um dos acusados segue foragido. 

Vítimas mortas por engano

De acordo com as investigações, o crime foi premeditado e a motivação estava relacionada a ciúmes e uma suposta delação que causou a prisão de um dos acusados anos antes. Porém, o alvo original da ação criminosa era um vizinho das vítimas, segundo a acusação do MPPR. O casal morto não tinha qualquer antecedente criminal. 

Após traçarem o plano, os indivíduos se deslocaram ao local do crime em um veículo. Eles encontraram a motocicleta do alvo estacionada em frente à residência e acreditaram que ele estivesse dentro do local. Na casa, dois deles efetuaram diversos disparos de arma de fogo em direção às vítimas, que dormiam no momento e não tiveram qualquer chance de defesa, diz a PCPR.

Família busca justiça 

Em nota enviada ao Diário dos Campos, o advogado e assistente de acusação, Fernando Madureira, falou sobre o sentimento da família das vítimas: “Os familiares das vítimas Luiz Arthur Bach Xavier e Rubiane Aparecida Mayer, esperam que os réus que cometeram este bárbaro crime sejam levados a júri popular e condenados. O que não apagará a imensa dor que enfrentam com a perda dos jovens, mas poderá diminuir a sensação de impunidade trazendo um pouco de conforto aos familiares sabendo que os marginais cumpriram pena pelo crime hediondo que praticaram”, afirma.

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