ACIPG lamenta morte e questiona uso de radar em trecho da BR-376

A Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG), em nome da presidente Giorgia Bin Bochenek, diretores e dos mais de 2,2 mil associados, veio a público manifestar profundo pesar pelo falecimento trágico de Mayara Rocha Gonçalves, vítima de um acidente na BR-376, em Ponta Grossa.
“A ACIPG expressa suas mais sinceras condolências à família de Mayara, compartilhando o imenso sofrimento causado por essa perda irreparável. Neste momento de dor, a entidade solidariza-se com todos os entes queridos de Mayara, desejando que encontrem forças para superar esse momento tão difícil”, declarou, em nota enviada ao Diário dos Campos.
A presidente Giorgia Bin Bochenek destacou: “É com profunda tristeza que recebemos a notícia dessa tragédia. Mayara era uma jovem cheia de vida, mãe, e sua partida precoce deixa um vazio imenso em sua família e em toda a comunidade. Nossos corações estão com eles neste momento de dor, e reafirmamos nosso compromisso de lutar por melhorias que evitem que outras famílias passem por situações tão devastadoras como essa”.
Além de prestar sua solidariedade em face do mais recente acidente na BR-376, a ACIPG reforçou o apelo urgente para que os “órgãos competentes” tomem as medidas necessárias para tornar o trecho onde ocorreu o acidente mais seguro para motoristas e pedestres. “A entidade destaca que a região do Santa Terezinha, onde o acidente aconteceu, já foi alvo de constantes questionamentos por parte da ACIPG em reuniões com representantes do Governo do Estado, DER e concessionárias responsáveis pela administração da rodovia”, lembrou.
Acidente na BR-376
A presidente Giorgia Bin Bochenek ressaltou a importância de ações imediatas. “Há anos temos alertado sobre os perigos desse trecho da BR-376. O fluxo intenso de caminhões e as condições da via representam um risco constante para quem trafega por ali. Não podemos mais esperar por tragédias para agir. É preciso que os órgãos responsáveis tomem providências urgentes para garantir a segurança de todos”.
Trecho perigoso
A ACIPG tem alertado reiteradamente sobre os riscos que esse trecho apresenta, especialmente devido ao intenso fluxo de caminhões, que coloca em perigo a segurança de todos que trafegam pela região. Diante dessa trágica ocorrência, a entidade anuncia que tomará medidas legais para pressionar por melhorias no local, com o objetivo de evitar que novas tragédias aconteçam. Entre os pedidos da ACIPG está a mudança de um radar existente no trecho.
Radar pode estar ampliando acidentes
Na última reunião da diretoria da ACIPG, no dia 17, o trecho em questão foi tema de questionamentos por parte do diretor de Agronegócios da ACIPG, Edilson Gorte, que comentou a respeito do radar colocado naquele trecho do acidente na BR-376. O entendimento da diretoria é que o radar obriga os caminhões a reduzirem a velocidade em um trecho de descida, provocando acidentes. “O acidente ocorreu exatamente no trecho que novamente pedi atenção dos responsáveis, na segunda-feira passada, próximo ao viaduto do Santa Terezinha. Até quando vamos permitir esse descaso com a vida naquele local?”, comenta Gorte.
Diálogo com autoridades
O diálogo com as autoridades competentes será intensificado, uma vez que Ponta Grossa, como um dos maiores entroncamentos rodoviários do país, não pode continuar a sofrer com a perda de vidas nas estradas. A ACIPG reafirma seu compromisso com a população ponta-grossense e, mais uma vez, presta sua solidariedade à família de Mayara Rocha Gonçalves, reforçando a necessidade de ações concretas para garantir a segurança de todos.
