18 de julho de 2026

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Vídeos mostram ações da polícia contra grupo envolvido em fraude de medicamentos


Por Redação Publicado 12/09/2023 às 12h37 Atualizado 26/02/2026 às 09h13
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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpre na manhã desta terça-feira (12), 16 mandados de busca e apreensão em cinco cidades do Paraná contra grupo criminoso responsável por fraudar licitação de medicamentos. As investigações tiveram início após a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) perceber irregularidades e acionar imediatamente a PCPR para investigar o caso.

O cumprimento dos mandados acontece simultaneamente em Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Realeza, Bom Sucesso do Sul e Pinhal do São Bento. A operação conta com o apoio do Ministério Público do Paraná (MPPR) e Vigilância Sanitária.

Segundo as investigações, a empresa fraudou uma licitação de 6 mil frascos de Imunoglobulina Humana, avaliados em R$ 10,6 milhões. A medicação é indicada para diversos tipos de tratamento como leucemia, doenças autoimunes e para pacientes recém transplantados.

“A Secretaria de Estado da Saúde suspeitou da possível irregularidade na distribuição de medicamentos falsos pelo fornecedor. Acionamos de imediato a Polícia Civil, por meio de uma notícia-crime, que prontamente iniciou a apuração, em conjunto com a Vigilância Sanitária estadual. Pela Sesa, determinamos ainda a suspensão e o recolhimento da totalidade dos lotes nas Regionais de Saúde e hospitais que eventualmente tivessem o medicamento no seu estoque”, afirma o secretário da Sesa, Beto Preto.

“A empresa entregou medicamentos falsos identificados como Gamimune N 5%, sem registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, requisito que era obrigatório conforme constatava em edital”, afirma a delegada da PCPR Aline Manzatto.

A falsificação ficou evidenciada pelo fato de que a comercialização, distribuição e uso do produto foi proibida pela Resolução-RE nº 2.856, de 30 de agosto de 2022, do Ministério da Saúde/Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Ainda foi verificado que, a empresa estrangeira citada no rótulo do produto, não produz, distribui ou importa a medicação.

Confira em detalhes as ações policiais realizadas na operação:

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