18 de julho de 2026

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Vídeo: delegado detalha estupro de criança de quatro anos em Rio Azul


Por Redação com assessoria Publicado 15/01/2025 às 12h13 Atualizado 25/02/2026 às 21h21
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O delegado Thiago França Nunes deu detalhes sobre o andamento das investigações de um caso de estupro de vulnerável no município de Rio Azul na segunda (13). Na ocasião, uma criança de quatro anos teria sido estuprada em um terreno baldio nas proximidades de um bar no município.

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O principal suspeito, de 39 anos, está preso e à disposição da Justiça. Segundo Nunes, a criança teria sido levada pela mãe ao bar. Em dado momento, a genitora teria se envolvido em uma briga com outra mulher no estabelecimento, o que teria deixado a criança vulnerável.

Ela teria então sido levada ao terreno baldio pelo suspeito, onde o ocorreu o estupro, diz a autoridade policial. A propriedade fica a cerca de 50 metros do bar. Finalizada a briga, a mãe tentou procurar a criança, mas não a encontrou. O dono do estabelecimento teria ouvido um choro, encontrou a criança e chamou a Polícia Militar.

De acordo com o delegado, a criança estava desfalecida, sem a parte de baixo das roupas e com sangramento. Os policiais iniciaram buscas pelo suspeito, mas ele acabou sendo encontrado por populares e levado novamente ao bar. Lá, o indivíduo teria se trancado no banheiro, na tentativa de se lavar, pois também estava sujo de sangue, diz Nunes.

Policiais militares deram voz de abordagem ao cidadão, a qual não foi respeitada. Os agentes então forçaram a entrada no banheiro e tiveram de usar força gradual para conter, algemar e encaminhar o homem para a delegacia. O delegado de plantão ratificou a prisão em flagrante.

Segundo o delegado, quatro testemunhas já foram ouvidas e o homem vai responder por estupro de vulnerável. “A criança teve muito dano físico e psicológico”, afirma Nunes. Ela passou por cirurgia e está estável. Exames com o sangue dos envolvidos e um material similar a semen foram feitos para comprovar a autoria do suspeito.

A mãe e a outra mulher que se envolveram na briga no bar também serão ouvidas. A Polícia Civil apura se a genitora será responsabilizada por se omitir na proteção à criança, bem como por tê-la levado a um bar em período noturno. 

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