11 de julho de 2026

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Dívida com o tráfico motivou morte de jovem em PG, diz polícia


Por Edilene Santos Publicado 26/06/2025 às 13h10 Atualizado 25/02/2026 às 17h11
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Priscila Machado dos Santos. Foto: reprodução/redes sociais.

A Polícia Civil de Ponta Grossa prendeu, nesta quarta-feira (25), um rapaz de 20 anos suspeito de envolvimento na morte de Priscila Machado dos Santos, 22 anos. A jovem foi assassinada no fim do ano passado nas proximidades da linha férrea na vila Dallabona, bairro Chapada.

Segundo o delegado Luiz Gustavo Timossi, do Setor de Homicídios da 13ª Subdivisão Policial (SDP), o corpo da vítima foi encontrado por volta das 5h50 do dia 1º de novembro de 2024, com um disparo de arma de fogo no rosto e sinais de degolamento. As apurações apontaram que o crime foi motivado por uma dívida relacionada ao tráfico de drogas. O suspeito seria um traficante que atuava na região conhecida como “linha do trem”.

A polícia também identificou a participação de mais uma pessoa, responsável por indicar a localização da vítima poucas horas antes do assassinato. O principal suspeito, preso nesta semana, confessou o crime.

Investigações avançaram após operações policiais

Timossi ressalta que o caso teve um avanço decisivo após as operações “Pax – Fase III” e “Daybreak”, deflagradas no fim de 2024. Durante essas ações, foi apreendido o celular de um dos investigados, integrante de uma organização criminosa envolvida com homicídios e tráfico de drogas.

A análise do conteúdo do aparelho revelou provas fundamentais para elucidar o crime. De acordo com o delegado, os investigadores encontraram uma foto de Priscila ainda viva, momentos antes de ser degolada. Também foram localizados áudios em que o suspeito confessava sua participação no assassinato.

“A prisão do suspeito representa o compromisso das autoridades do município de atuação de forma integrada no combate aos homicídios em Ponta Grossa.”, afirma Timossi.

O suspeito foi encaminhado à cadeia pública da cidade, onde permanecerá à disposição da Justiça. Caso seja condenado, a pena pode chegar a 30 anos de prisão.

Delegado Timossi conta mais detalhes sobre a investigação:

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Edilene Santos
Edilene Santos

É bacharel em Comunicação Social / Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), especialista em Comunicação Política e Imagem pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestre em Jornalismo pela UEPG. Foi repórter no Jornal da Manhã e Página Um, assessora de comunicação na Prefeitura de Carambeí, produtora na Rede Paranaense de Comunicação (RPC) e na Rede Massa TV Guará. Atuou no Diário dos Campos entre 2011 e 2017, retornando em 2023.