23 de julho de 2026

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência no portal e personalizar a publicidade exibida. Ao continuar navegando, você concorda com este monitoramento. Leia mais na nossa Política de privacidade.

Senadores do PR são acionados devido taxação do agronegócio


Por Da Redação Publicado 01/08/2023 às 19h55 Atualizado 26/02/2026 às 10h27
Ouvir: 00:00
Foto: Jaelson Lucas / AEN

A Reforma Tributária, aprovada pelo Congresso Nacional, possui alguns artigos que têm preocupado os ruralistas. A SRO (Sociedade Rural do Oeste do Paraná), por intermédio do presidente Devair Bortolato, recorreu aos senadores paranaenses Sergio Moro, Oriovisto Guimarães e Flávio Arns para que o agronegócio não seja taxado.

Agronegócio

Por meio de ofício, a SRO pede a retirada da proposta do Art. 20 da PEC da Reforma Tributária, em que os governadores passam a ter autonomia na criação de impostos estaduais, em especial, direcionados ao agronegócio.

No documento, a SRO considera que todos os estados acabarão usando e abusando dessa prerrogativa, onerando ainda mais a atividade produtiva. “Diante disso, pedimos ao Senado que suprima o texto do art. 20 da PEC já aprovado pela Câmara”.

Prioridades para a agropecuária

Enquanto isso, a FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), realiza nesta terça-feira (1º), uma reunião-almoço com o relator do GT de Reforma Tributária no Senado, Efraim Filho (União Brasil-PB). Ele vai apresentar e discutir as prioridades do setor da agropecuária na matéria.

Os nove pontos defendidos pela FPA e atendidos pelo relator foram: alíquota zero dos produtos da cesta básica; alíquota do agro reduzida em 60% da alíquota de referência.

Taxação

Será 40% da alíquota de referência, sendo excluída limitação feita à lei 10.925; produtores com faturamento de até R$ 3,6 milhões são isentos; haverá direito ao crédito presumido nas operações com produtores não contribuintes para manter a neutralidade tributária; definição do crédito presumido em lei complementar; isenção de IPVA para aeronaves e máquinas agrícolas; imposto seletivo não incidirá sobre bens e serviços essenciais, insumos agropecuários e alimentos; regime especifico para cooperativas manterem competitividade; produtores integrados não são considerados contribuintes e garantia de créditos tributários nos insumos de biocombustíveis.

Leia a matéria completa no portal O Paraná, parceiro do DCmais.

Participe do grupo e receba as principais notícias da sua região na palma da sua mão.

Entre no grupo Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.