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Paraná e Brasil precisam buscar preço competitivo para o gás natural

Fiep defende ampliação do debate sobre mercado de gás natural no Paraná (Crédito da foto: Compagas)

O gás natural é o combustível da transição energética entre as fontes fósseis e as renováveis, e tem condições de ampliar a competitividade da indústria, especialmente de setores que precisam gerar calor em seus processos produtivos. Por isso, a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) vai aprofundar o diálogo com o governo estadual em busca de soluções que possibilitem a ampliação da oferta e a redução de custos para a indústria paranaense.

Recentemente, a Compagas, responsável pela distribuição do energético no Estado, anunciou uma redução média de 11,2% em suas tarifas. Ainda assim, a tarifa para o segmento industrial continua sendo a mais cara do país. Nos próximos dias, a Fiep e sindicatos industriais vão se reunir com o governador Ratinho Junior. A intenção é que seja construído o Plano Gás Paraná, estabelecendo novas políticas para o setor.

A Fiep entende que esse processo deve contar com a participação do poder público e da iniciativa privada, pois o usuário deve ser ouvido em todas as etapas da elaboração do plano. Com novas medidas, a indústria ganhará competitividade, o que pode levar os produtos paranaenses a conquistar novos mercados, além de tornar o Estado mais atrativo para investimentos. Isso causará impacto direto no PIB e na geração de empregos e renda, beneficiando toda a população.

Novo Mercado de Gás – O momento é propício para essa mobilização. No início do mês, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 6407/2013, que regulamenta o mercado do gás natural no Brasil, abrindo a possibilidade do mercado livre de gás e que empresas estrangeiras comercializem o energético. Estima-se que, com isso, o país possa atrair R$ 60 bilhões em investimentos, gerando mais de 4 milhões de empregos.

Por isso, a Fiep agradece a todos os deputados federais paranaenses que votaram favoravelmente ao projeto. E espera que os três senadores do Estado também votem pela aprovação da proposta da mesma forma que foi aprovada pela Câmara.

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Edição 33921

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