22 de julho de 2026

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência no portal e personalizar a publicidade exibida. Ao continuar navegando, você concorda com este monitoramento. Leia mais na nossa Política de privacidade.

Papa Francisco lamenta hipocrisia na igreja


Por Agência Brasil Publicado 25/08/2021 às 14h47 Atualizado 21/02/2026 às 08h51
Ouvir: 00:00
Foto: Agência REUTERS

O papa Francisco considerou que a “hipocrisia da igreja” é “particularmente detestável” e lamentou que infelizmente haja “muitos cristãos e ministros hipócritas”.

O pontífice dedicou a catequese de hoje (25), durante a audiência-geral realizada na Sala Paulo VI, ao “comportamento reprovável” que é a hipocrisia e que se encontra tanto “no local de trabalho quanto em políticos que vivem de uma forma em público e de outra na vida privada”.

Francisco falou a várias centenas de fiéis que assistiram à audiência com máscaras, mas sem guardar distância de segurança para prevenir o contágio de covid-19,

De acordo com o papa, quando se age de outra forma que não seja com a verdade põe-se em risco a unidade da igreja”.

“Que o teu discurso seja sim ou não, porque de outra forma vem do maligno”, acrescentou.

“Há muitas situações nas quais se pode verificar a hipocrisia. Frequentemente esconde-se no local de trabalho, onde se trata de aparentar amizade com os colegas, enquanto a competição leva a golpeá-los pelas costas. Na política não é incomum encontrar hipócritas que vivem um desdobramento entre o público e o privado”, explicou.

O papa definiu a hipocrisia como “o medo de dizer abertamente a verdade, fingir ou aparentar fazer o bem aos olhos dos outros”, e pediu ao “Senhor” ajuda para os seres humanos serem coerentes, deixarem os confrontos e combaterem com coragem tudo o que os afasta da verdade e da fé que professam.

Participe do grupo e receba as principais notícias da sua região na palma da sua mão.

Entre no grupo Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.