04 de julho de 2026

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Acordo estratégico Rússia-Coreia do Norte entra em vigor


Por Agência Sputinik Brasil Publicado 05/12/2024 às 12h44 Atualizado 25/02/2026 às 22h15
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© Sputnik / Kristina Kormilitsyna

O vice-ministro das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia (RPDC), Kim Jong-gyu, e o vice-ministro das Relações Exteriores da Federação da Rússia, Andrei Rudenko, assinaram o protocolo sobre a troca de instrumentos de ratificação.

O tratado assinado entre os dois países entrou em vigor em 4 de dezembro de 2024, quando os instrumentos de ratificação foram trocados de acordo com o Artigo 22 do tratado, informou a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).

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“As fortes relações Coreia do Norte-Rússia, baseadas no Tratado de Parceria Estratégica Abrangente, serão um poderoso mecanismo de segurança que promove o bem-estar dos povos dos dois países, alivia a situação regional, garante a estabilidade estratégica internacional e servirá como uma forte força motriz acelerando o estabelecimento de uma ordem mundial multipolar independente e justa, sem dominação, subjugação e hegemonia”, disse a KCNA.

© Sputnik / Kristina Kormilitsyna

Durante a visita do presidente russo Vladimir Putin a Pyongyang em 18 e 19 de junho, a Rússia e a RPDC assinaram o Tratado de Parceria Estratégica Abrangente, que é ilimitado, mas entre os dispositivos, garante que:

  • concordam em colaborar para combater terrorismo internacional, extremismo e crime;
  • concordam que um dos países ajudará o outro país em caso de ataque armado por meio do apoio imediato militar e outro;
  • prometem não entrar em acordos com países terceiros dirigidos contra a segurança e soberania de um dos países do tratado;
  • concordam que se algumas medidas unilaterais e obrigatórias forem introduzidas contra um dos países do tratado, a Rússia ou a Coreia do Norte não vão as manter;
  • concordam em reforçar a colaboração tática e estratégica, desejando uma estabilidade mundial;
  • não permitem o uso dos seus territórios por países terceiros para violação de soberania e segurança deles;
  • concordam em desenvolver as diferentes áreas, como espacial, de energia atômica pacífica e de inteligência artificial (IA);
  • concordam em desenvolver mecanismos para realização de eventos conjuntos para fornecimento de capacidades defensivas que serão criados pelos países do tratado.

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