Redes sociais viram vitrine de loja

À frente da D’Lunna Calçados, Célia Lima conta que a loja física, que está completando um ano no próximo dia 22 de agosto, recebe o reforço das ferramentas digitais e redes sociais. “As redes sociais nos ajudam no sentido de divulgar a loja, não é uma loja com vitrine de rua, é uma loja que fica dentro do estacionamento do salão Mansão D’Vitta”, diz.
Especializada em sapatos, bolsas e carteiras, multimarcas, a empresária afirma que “as redes sociais se tornaram fundamentais por ser a vitrine da nossa loja”, explica. Ela reforça que como não está próxima à rua, existe a necessidade de postar os produtos o tempo todo. “A identidade da loja é o relacionamento com os clientes; na terça-feira (31 de julho) tivemos um bate-papo com as nossas clientes sobre como montar a mala de viagem e a rede social é importante para divulgar o evento, o que traz gente nova para dentro da loja e cria um relacionamento”, fala.
O investimento nas ferramentas digitais recebe o apoio das consultoras do Sebrae, Suelen Pedroso e Camila Kluppel (credenciada e da área da marketing digital). “Investimos nas redes sociais desde que inauguramos”, afirma.
O WhatsApp, segundo Célia, é uma ferramenta muito utilizada. “Acabou se tornando uma rede social, trabalhamos com lista de transmissão, então a cliente que quer adiciona o número e recebe as novidades pelo Whats”, explica.
Para Célia, tanto as ferramentas digitais quanto as redes sociais têm dado resultado. “Sempre perguntamos para as clientes como chegaram até nós e mais de 50% falam que foi através das redes sociais ou indicação”, comemora.
Investimento precisa ser orientado
A empresária Célia Lima faz uma alerta para quem pretende utilizar os meios digitais. Ela observa que a orientação como a que recebe do Sebrae é essencial, uma vez que é preciso medir a resposta através das ferramentas e das redes sociais. “Busco muito o apoio do Sebrae, elas [consultoras] estão sempre me apoiando no sentido de buscar respostas”, diz.
A consultora credenciada do Sebrae e especialista na área de marketing digital, Camila Kluppel, observa que um dos erros mais comuns quando se utiliza os meios digitais é não responder o cliente. “É preciso ter cuidado”, fala. Ela explica que os clientes querem respostas na hora, portanto não se deve utilizar o número do WhatsApp particular para este fim. Camila recomenda estipular, por exemplo, o horário de atendimento para respostas. Ela cita a existência do WhatsApp Business, específico para negócios, onde se tem, por exemplo, respostas automáticas como horário comercial e o prazo em que será dada a resposta para as perguntas dos clientes. Já o Facebook e o Instagram permitem atualizações mais rápidas, conforme Camila.
O Sebrae faz todo um trabalho com empresas sobre como utilizar as ferramentas digitais e redes sociais.
