13 de julho de 2026

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Nosso mundo


Por dmais Publicado 26/12/2019 às 14h44 Atualizado 23/02/2026 às 19h52
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Lílian Yara de Oliveira Gomes 

CRP  08/17889

 

 

Estamos em plena semana natalina, em que preparativos são providenciados, esperanças são renovadas, encontros são marcados. Familiares se procuram, amigos se reencontram, luzes aparecem, cidades são enfeitadas, corações se enternecem.

            Por que só nesse tempo? Será tão difícil, abrandar nossos corações e viver com mais empatia, fraternidade, paz e harmonia ao longo de nossas vidas? Podem me chamar de “utópica”, porém se a humanidade não se conscientizar que estamos vivendo num mundo “doentio”, sucumbiremos todos!

A todo o momento tomamos conhecimento de atos praticados, por razões que não nos cabe julgar, porém, que nos assustam e nos fazem refletir, que não podemos “tirar a vida do outro” só porque discordamos de seus atos, porque ingerimos bebida alcoólica e saímos “todos poderosos” em nossos “possantes” pelas estradas, para chegar antes dos outros.

Avalio que o nosso mundo está doente!

            “Olhando sob a ótica emocional, vemos um mundo doente, pois a capacidade de se colocar no lugar do outro, faz toda a diferença. Entender que a sua necessidade não é menos importante que a do outro dá abertura para muitas respostas à uma mesma pergunta e/ou situação e nos faz reconhecer que não há verdade absoluta”.

Os fatos atuais, têm demonstrado que isso não vêm acontecendo: “maridos esfaqueando ex-esposas, mulheres abusadas, outras mandando exterminar ex-esposos, crianças morrendo de fome, refugiados sendo rejeitados.

“Sem empatia há corruptos, traidores, violência, assassinos, charlatões, abusadores, perversos, impacientes, intolerantes, presunçosos, indiferentes”, diz Lucy Rocha no site ContiOutra. E aqui acrescento, sem respeito, verdade e dignidade não há caráter, nem princípios norteadores para um mundo melhor.

Porém, sempre haverá a esperança! Mais humanização, mais tolerância, mais escuta, companheirismo, diálogo, amor, empatia e gratidão.

E, que todos os dias sejam de Natal, de renascimento, de renovação, de respeito!

 

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