16 de julho de 2026

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Ensino deve se adaptar às diferenças de crianças e adolescentes


Por dmais Publicado 11/07/2017 às 03h00 Atualizado 24/02/2026 às 05h14
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A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) estabelece que o atendimento das pessoas com necessidades educacionais especiais em classes regulares é um direito do aluno (art. 59). Assim sendo, cabe aos sistemas de ensino assegurar as condições para atender essas pessoas. Isto significa currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicas para atender suas necessidades.
A determinação é válida tanto para alunos com algum tipo de deficiência quanto para aqueles classificados como superdotados. Embora a lei determine que o atendimento deve se dar prioritariamente em classes regulares, em muitas unidades de ensino existem salas especiais (exclusivas para alunos com deficiência), assim como existem escolas especiais.
O processo de inclusão, no entanto, não deve ser feito sem critério – ou seja, é imprescindível que as escolas e os sistemas de ensino se organizem para atender esses alunos nos termos previstos na lei.
Iniciativas são bem vindas, e um bom exemplo vem sendo adotado pelo Colégio Estadual Presidente Kennedy, em Ponta Grossa. Percebendo que uma faixa de alunos poderia ser considerada de estudantes com “altas habilidades”, também conhecidos como superdotados, a Instituições deu início a um projeto que visa oferecer a eles, além do ensino regular, atividades em contraturno que objetivam estimular suas elevadas capacidades cognitivas e potenciais de aprendizado.
A professora de Biologia, Alciléia Jakeline Félix da Silva, que é a coordenadora do Projeto, explica que 10 alunos estão integrados nessas atividades. “Durante as aulas percebi que alguns estudantes consideravam o conteúdo de genética fácil demais e, diante disso, senti a necessidade de propor atividades que os incluíssem de forma mais efetiva nas aulas tornando-as mais atrativas e potencializando o processo ensino-aprendizagem para aqueles alunos”, relata. Periodicamente, os estudantes participam de atividades alternativas.

Divulgação
Estudantes do Colégio Presidente Kennedy têm atividades especiais

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