Por que a alta gestão não toma uma atitude diante de um funcionário ardiloso?


Por dmais

Alguma qualidade

Para algumas pessoas numa empresa, principalmente para aquelas que não compartilham de todos os dados estratégicos que a organização tem, ou seja, para as pessoas que exercem cargos de segundo e terceiro escalão em uma organização, é muito difícil entender porque a alta gestão não toma uma atitude quando há uma situação onde o ardil de um colega foi o ponto fundamental da discórdia, isto é, quando esse colega criou artifícios para maquiar sua culpa, ou para deturpar o mau desempenho que apresentou. Nessas horas o que costumo responder é que nenhuma pessoa no meio corporativo tem apenas defeitos, ela também tem qualidades.

 

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Sem impulsividade

E ao gestor, principalmente a alta gestão, cabe sempre tentar mapear essas dificuldades, esses defeitos e contrapô-los com as suas qualidades. Todo gestor procura durante a sua vida ser justo, ou seja, não praticar injustiças por medidas impulsivas que ele eventualmente tenha vontade de implementar. É por isso que muitas vezes, aos olhos da equipe a alta gestão é lenta na hora de tomar uma decisão. Ela quer na verdade ser justa proporcionando ao profissional que tem várias qualidades, uma oportunidade de tentar reverter a situação.

 

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Sem injustiças

A grande questão é que na maioria dos casos essa reversão costuma ser temporária, pois a pessoa até apresenta uma determinada melhora, às vezes até significativa, mas não tem efeito duradouro porque atitudes decorrem da personalidade e esta por sua vez recebe componentes genéticos e componentes psicológicos que nem sempre são fáceis de alterar. Por isso, meu amigo, preste atenção! Antes de julgar a alta gestão questione-se primeiro se você realmente tem acesso a todo contexto daquela situação, sob pena de também ser injusto, porém com a sua chefia. Pense nisso!

 

(Luciano Salamacha) 

 

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