15 de julho de 2026

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O que fazer para que a empresa pare de se aproveitar da minha boa vontade?


Por dmais Publicado 17/07/2013 às 00h26 Atualizado 23/02/2026 às 17h25
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Sacrifício de alguns

Infelizmente, é comum no meio empresarial que alguns profissionais sejam mais exigidos que outros. Dentre tantos motivos para que isso aconteça, um deles é a falta de sensibilidade do gestor, que pouco se importa com o equilíbrio de tarefas e responsabilidades entre os integrantes de sua equipe. Para ele, o que interessa é o resultado final, nem que para isso alguns tenham que ser sacrificados enquanto outros apenas fingem algum esforço. Um bom exemplo é daquele funcionário que acaba sempre ficando sozinho para desligar os equipamentos, fechar as portas e janelas da empresa.

 

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Não sendo irresponsável

Apesar de ser uma tarefa de responsabilidade coletiva, o fato é que os colegas que saem primeiro sabem que é o último que será cobrado pela chefia caso não deixe tudo em ordem. Quando a liderança é injusta, a equipe acaba se dividindo em dois grandes grupos. Um daqueles que ficam o tempo todo criando desculpas para não fazer algo e outro, daqueles que chamam para si a responsabilidade e mesmo sobrecarregados resolvem os problemas. Neste caso, a dica é simples e direta para o profissional que age com responsabilidade. Como sua personalidade não admite, e também sequer é recomendável agir com irresponsabilidade, a saída é tentar inverter o jogo, deixando de ser usado e passando a usar a empresa de uma forma positiva. 

 

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Invertendo a situação

Aproveite as atividades que exerce para aprender novas técnicas e novos procedimentos. Fortaleça ainda mais os laços de amizade e respeito com clientes e fornecedores. Use a empresa como um trampolim para conseguir uma nova oportunidade de trabalho. A verdade é que, quando um gestor não se importa e até contribui para o desenvolvimento de um ambiente injusto, literalmente aproveitando-se da boa vontade e do comprometimento de alguns colaboradores, a saída é fazer com que o feitiço vire contra o próprio feiticeiro.

(Luciano Salamacha)

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