É justo o cliente sempre ter razão?
Exceções à regra
Existe uma máxima que circula no meio corporativo de que o cliente sempre tem razão, mas na verdade, o cliente nem sempre tem razão em seus pedidos. Muitas vezes, o que o cliente deseja, é somente conseguir do vendedor um privilégio ou concessão muito maior do que o que realmente pode ser oferecido. Um bom exemplo é daquele consumidor que quando compra um colchão, quer a cama de presente.
Usando a razão
Dentro deste contexto, a primeira dica é para que os empresários não tentem seguir o
conceito de que o cliente sempre tem razão de forma cega ou mesmo irracional. E
mais, que seus funcionários sejam alertados de que o pedido de um cliente também
pode receber como resposta à palavra não. A questão não é dizer não a um cliente, mas sim, a forma com que o pedido do cliente será negado. Alguns gestores de empresas são muito hábeis em situações onde não se pode atender um pedido do cliente.
Preparando os funcionários
Entretanto, se observa que estes mesmos empresários se preocupam em treinar seus funcionários apenas para vender e não para contornar problemas. Os empresários esquecem de preparar seus vendedores para dizer não aos clientes, reforçando de forma errônea o conceito de que o cliente sempre tem razão. A Lei de Murphy alerta que hoje: o cliente que menos paga, é o que mais reclama. Então, antes de atender um pedido ou reclamação do cliente, o funcionário deve primeiro fazer uma análise correta sobre se é justo ou não o que foi pedido.
