03 de julho de 2026

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México: superando o maior desafio da viagem


Por Luiz Frederico Petla Publicado 23/04/2026 às 14h37
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Fred Petla em Cancún, rumo ao Alasca
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Fala aí, meu povo do Diário dos Campos! Tudo tranquilo?

Aqui Fred Petla, escrevo para vocês de um dos destinos mais famosos do mundo: Cancún, no México. Estou de boa aqui agora, com o mar azul turquesa e uma energia incrível, mas para colocar os pneus da moto em solo mexicano, a aventura foi intensa e cheia de obstáculos.

O dialeto de Belize

Antes de entrar no México, atravessei Belize. Foi uma experiência bem diferente do restante da América Central. Enquanto os vizinhos falam espanhol, em Belize o idioma oficial é o inglês. Mas não é um inglês qualquer; eles usam muito o “crioulo”, um dialeto local que é um verdadeiro desafio para nós, viajantes, compreendermos. Foi um exercício de paciência e muita mímica para seguir adiante!

O momento mais difícil da viagem

Se a Nicarágua foi difícil, a entrada no México testou todos os meus limites. Foram 4 horas e meia de incerteza na alfândega. O primeiro problema foi burocrático: os documentos das motos no Brasil são emitidos com validade anual e eles datam de 2025, ainda não emitiram de 2026 e eles não me deixaram passar de jeito nenhum.

Depois que consegui resolver o documento, para quem não sabe, minha moto já foi roubada um tempo atrás e, por isso, tem o chassi remarcado. As autoridades mexicanas foram extremamente rígidas, alegando que veículos com chassi remarcado não poderiam circular no país.

Nessas horas, o segredo é manter a educação e a gentileza. Tive sugerir que ligassem para o consulado e para as autoridades brasileiras para provar que a moto estava totalmente legalizada. No final das contas, depois de horas parado na fronteira, a persistência venceu, consegui resolver e eles liberaram minha entrada.

Perdi um dia, mas não perdi toda a viagem por 14 países até agora!

Próxima parada: Chichén Itzá

Agora que o “pesadelo” da fronteira passou, o foco é a história. Vou subir sentido à Cidade do México, mas antes farei uma parada obrigatória em Chichén Itzá. É uma das novas sete maravilhas do mundo, segundo a UNESCO, e um lugar sagrado para a cultura maia.

Depois que você cruza o México, o sentimento é de que o pior já passou. Agora é preparar o espírito para a fronteira com os Estados Unidos, porque galera, cruzou o México e passou pela fronteira dos Estados Unidos tudo fica mais tranquilo!

Um abraço para todos os meus conterrâneos de Ponta Grossa! Em breve, trago mais atualizações dessa jornada sentido Alasca (acesse o blog da viagem no DC).

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