
Fala aí, meu povo do Diário dos Campos! Tudo beleza com vocês? Passando aqui para dar aquela atualizada na nossa jornada “De PG ao Alasca“. Olha, vou confessar para vocês: o que era para ser uma parada de um ou dois dias aqui em Sonora, no Texas, acabou virando duas semanas. Mas ó, está bom demais! A vida na estrada tem dessas e a gente tem que saber aproveitar os imprevistos.
Os nachos e o México
Nesse meio tempo, tive uma oportunidade sensacional de voltar para o México, lá em Piedras Negras, com a minha amiga Let, que mora aqui nos Estados Unidos. A gente foi conhecer o restaurante onde simplesmente nasceram os nachos!
A história é muito massa: diz que uns soldados estavam voltando da guerra e chegaram com fome, mas não tinha quase nada para servir no restaurante. O cozinheiro, o Inácio (que lá no México o apelido é Nacho, tipo o Chico para Francisco no Brasil) não se apertou. Ele pegou umas tortilhas, cortou num formato diferente e improvisou com feijão, abacate e um queijinho. Os caras comeram e acharam a melhor coisa do mundo! E foi assim que surgiu esse prato que a gente come até aí em Ponta Grossa.
De volta à estrada
Bom, mas agora o papo é estrada de novo. Amanhã eu dou continuidade na jornada e começo a subir sentido norte, rumo a Montana. De lá, o plano é passar pela Icefield Parkway e já dar destino para o Canadá.
Eu sei, eu sei… estou atrasado demais. Pela minha previsão original, eu já devia estar chegando no Alasca agora, e ainda estou aqui no sul dos Estados Unidos. Mas quer saber? O legal é que está dando para aproveitar muito e conhecer muita gente boa pelo caminho.
Conselho de viajante
Se eu puder deixar um conselho para vocês: se tiverem tempo e disponibilidade na vida, façam uma viagem dessas. Dinheiro a gente recupera depois, mas o que se aprende aqui, só vivendo. Tem coisas que não consigo explicar com palavras, você tem que sentir, tem que estar lá.
Um abraço para todo mundo de PG e vamo que vamo!
