As belezas e contrastes da Guatemala, na reta final da América Latina

Fala aí, meu povo bonito do Diário dos Campos! Tudo beleza?
Desta vez, escrevo diretamente da Guatemala, e preciso dizer: que lugar bonito! Estou na praça central, cercado por prédios históricos e uma energia que faz a gente se sentir em casa. Além de ser um país lindíssimo e cheio de história, a Guatemala é um destino muito barato para viajar, o que ajuda bastante quem está encarando uma expedição longa como a nossa.
Segurança e os contrastes da América Central
Uma coisa que chama a atenção por aqui é a sensação de segurança, apesar de um choque cultural imediato: o porte de armas é praticamente livre. É muito comum ver um cidadão comum com um rifle ou fuzil dentro do carro. Pode parecer assustador de primeira, mas notei que existe um respeito muito grande no uso dessas armas, e a convivência acaba sendo pacífica.
Antes de chegar aqui, passei por El Salvador, um país que vive um regime de “linha dura” muito discutido. O contraste é impressionante: El Salvador já foi considerado o país mais perigoso das Américas e hoje é um dos mais seguros. No entanto, nem tudo são flores. Por lá, a polícia tem uma autonomia gigantesca e, se você for preso, não tem direito a defesa. É uma realidade complexa que faz a gente refletir sobre os limites entre segurança e liberdade.
Próximos passos: Rumo ao México
Com a visita à Guatemala, estou chegando ao fim da minha jornada pela América Latina. O sentimento é de dever cumprido por ter desbravado tantas culturas diferentes, superado fronteiras e conhecido pessoas que mudaram minha visão de mundo.
Mas a estrada não para! Os próximos destinos da nossa expedição são Belize e México, e daí por diante termino a América Latina.
Dali em diante, o foco total será a América do Norte. A moto segue firme e o espírito de aventura está mais forte do que nunca!
Um abraço pessoal, tudo de bom!
