14 de julho de 2026

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PESSOAS? NÃO TEM IMPORTÂNCIA.


Por dmais Publicado 26/01/2017 às 13h49 Atualizado 23/02/2026 às 19h03
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Revolução industrial, fordismo, toyotismo, reengenharia, produção em células, foco no produto, foco no processo, foco no cliente, treinamento/qualificação, reativo/proativo.

Tecnologia, inovação, lean manufacturing, WCM, TPM, ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, six sigma, planejamento estratégico, gestão horizontal, gestão de carreiras, gestão de conflitos, hierarquia, indicadores, feedback, ERP, PLR, PPR, Círculos da qualidade.

Faturamento, controles de custos, rentabilidade, lucratividade, produção, produtividade, ticket médio, Market share, marketing, malha tributária, câmbio e balança comercial, departamento de pessoal ou RH, gestão de pessoas.

Na minha cidade tem um matadouro que foi construído na década de 1940 e está a 10m do leito de um dos principais rios do município. À época foi colocado ali propositalmente para facilitar o descarte dos restos dos animais nas águas do rio. Hoje está interditado justamente por isso.

Na década de 1970 o governo brasileiro criou o programa pró-várzea, para financiar agricultores que quisessem secar áreas de banhado, alagamentos e charcos para transformar em área agricultável. Hoje quem faz isso é multado e pode responder por crimes ambientais.

QUAL O CAMINHO?

O breve relato acima mostra como é difícil transitar em meio onde não há planejamento, clareza de objetivos e gente qualificada para o trabalho. E que o setor produtivo vive em um ambiente que favorece um certo grau de insanidade. Afinal entender todos esses caminhos e descaminhos demanda um nível de inteligência corporativa e saúde mental considerável.

Pior ainda quando os empresários decidem entrar em correntes e tendências sem conhecimento de causa e exigem de seus gerentes algo que não são capazes de entregar. Criam um ambiente de pressão, de falta de foco e de rotatividade de pessoal, pura e simplesmente por não saber definir qual o rumo que querem seguir.

 

INTELIGÊNCIA CORPORTATIVA


É preciso entender que os principais ativos de uma corporação são sua carteira de clientes e o capital intelectual de seu quadro de colaboradores. A carteira de clientes porque permitirá a continuidade da atividade econômica e o capital intelectual da equipe porque proporcionará a busca constante de formas melhores, mais baratas, mais rápidas e consistentes, de atender e superar as expectativas dos clientes.

Somente colaboradores motivados, qualificados e reconhecidos são capazes de criar, inovar e produzir resultados de alto desempenho. Quando você, empresário, for propor um novo método de trabalho, primeiro analise o perfil de sua equipe e a envolva desde o princípio, pois se você provê a cartola, o coelho e a plateia, quem faz a mágica é a sua equipe de colaboradores.

Se o público não gostar do resultado, vai embora e não volta mais.

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